F1 estuda dar ponto extra nas sexta-feiras

F1
Preocupada com a queda de popularidade da Fórmula 1 no mundo todo (no Brasil a TV Globo também tem apanhado, como mostrei AQUI), os chefes das equipes tem pensado em alternativas para turbinar o interesse do público na categoria.

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Segundo o jornal italiano La Gazzetta Dello Sport, os chefões da Mercedes, Niki Lauda e da Ferrari, Luca di Montezemolo, devem se reunir nesse próximo sábado par trocar idéias a esse respeito. Entre as possibilidades estaria conceder um ponto extra para quem fosse mais rápido na sexta-feira.

Ainda segundo o periódico, a Ferrari estaria propensa a levantar a bandeira de uma (bem vinda) maior liberdade no regulamento para inovações tecnológicas, um descongelamento do desenvolvimento dos motores e um aumento nos testes de pista – claro que no caso dessas duas últimas propostas eles estão claramente pensando nos atuais problemas com seus carros, não apenas no bem da categoria, já que mais testes, por exemplo custariam caro para as equipes menores.

O que eu faria para melhorar a categoria? Bom, não seria tão radical como o Cláudio Carsughi que em entrevista ao meu programa “TV Corrida” disse que liberaria absolutamente tudo, só estipulando um peso igual para todos os carros.

Do alto do meu sofá aumentaria a largura dos pneus, para melhorar a aderência, proibiria aquele monte de mini asinhas e aletas nas asas dianteiras e em volta das entradas de ar laterais, assim tirando mais um pouco da carga aerodinâmica, retiraria aquele monte de botões e ajustes eletrônicos dos volantes dos carros – os pilotos que ajustem tudo ao longo dos treinos e por fim liberaria a evolução dos motores e ERS.

E você, o que faria para tornar a categoria mais atraente sem aumentar os custos das equipes?

 

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31 respostas para F1 estuda dar ponto extra nas sexta-feiras

  1. Anônimo disse:

    Fim do jogo de equipe.

  2. Valdir Belarmino disse:

    Para aumentar o interesse no sábado daria 5 pontos ao Pole e eliminaria o ultimo carro do grid independente dos 7% , voltaria ao formato classico e liberaria o livre uso do pneu de treino

  3. Anônimo disse:

    Essa entrevista do TV Corrida com o Carsughi é recente? Está no youtube?

  4. Carlos Junior disse:

    – voltar com o som dos motores de antes;
    – menos regras e mais ação em pista;
    – parar com essas bizarras modificações nos carros (os bicos que parecem pê…)
    – Tirar esse DRS e ERS;
    essa é minha OPINIÃO, apenas esses quatro fatores pelo menos para mim são suficientes para tentar fazer a F1 um pouco melhor.

  5. Pingback: 14 anos da 1º vitória de Barrichello | JOSEINACIO.COM

  6. Thiago Galo disse:

    Acho que os jogos de equipes (acatados por certos pilotos) tem feito os telespectadores perder o interesse na F1. Tudo parece muito artificial ou combinado anteriormente. Além disso, NA MINHA OPINIÃO, a tecnologia tem feito um papel maior que o “braço” na pilotagem. Claro que umas equipes vão se sobressair mais que outras pelo fato de serem mais ricas, mas isso não pode significar que o carro vai correr quase que no “automático”, o dinheiro tem q ser usado para ser aplicado em pesquisas aerodinâmicas, ou de um tipo de motor mais leve com mais potência… ou até mesmo na leitura de dados a distância, como é feito hoje pelos engenheiros nos box’s. Você vê que, se tem um problema no carro, eles reiniciam o sistema igual a um computador. Acho válido o lance DRS, do Kers (não sei como é chamado hj em dia esse sistema), isso dá mais competitividade à corrida. Só pra resumir… Menos tecnologia e mais braço!

  7. Volta do carro reserva, retorno dos motores v8, v10 e v12 limitando apenas a potência máxima, pneus mais largos e rodas maiores, inversão do grid em algumas corridas baseando-se no resultado da corrida anterior, volta do abs e suspensão ativa.

  8. Rodrigo disse:

    A minha ideia de campeonato ideal seria a seguinte.

    1 – Camp. de Times
    2 – Camp. de Construtores
    3 – Camp. de Motores
    4 – Camp. de Pilotos

    1- camp de times-> seria o novo nome para o campeonato de construtores, seguindo os mesmos moldes, podendo admitir também novas equipes com 1, 2 ou 3 carros. Nao haveria a necessidade dos carros ostentarem os mesmos patrocinadores mas sim a mesma cor predominante.

    2 a camp de construtores-> visando tornar o campeonato mais interessante, as equipes poderiam adquirir chassis de suas rivais, porem o o chassis obrigatoriamente devera ser equipado com motor e cambio diferentes de seu fornecedor. Ex.: fornecedor RBR, contratante Catheran , motor Ferrari. E por ai vai.
    Assim caso a equipe Catheran ganhe a corrida, ela somaria ponto para o mundial de pilotos e TIMES, mas o de construtores iria para a RBR. Com o montante somado pela RBR, parte dele seria repassado as equipes clientes como desconto. Ficaria a cargo da contratante o desenvolvimento das evoluções aerodinâmicas, assim nao haveria carros iguais, mesmo que o chassis seja o mesmo.
    3 – Camp de motores-> como forma de atrair mais fornecedores, haveria o incentivo por parte da FIA, sendo ele em desconto, de taxas, isenção ou no suporte financeiro do mesmo. Outra sugestao é que os motores sejam mais simples, o que diminuiria o investimento em pesquisa e desenvolvimento.
    4 – camp de pilotos-> as equipes interessadas poderiam correr com ate 3 pilotos, sendo dois titulares e um variável.
    O piloto variavel deve ser obrigatoriamente do pais onde a corrida esta sendo realizada E caso nao encotrem pilotos habeis e na quantidade procurada, o reserva da equipe assumiria o posto por nao mais de 4 corridas seguidas, devendo o mesmo ser substituido para a proxima e voltando na deguinte, esquema 4×1. Exiatindo jnteresse entre as equipes, poderia existir o rodizio de pulotos entre elas, por exemplo: Rubens Barichello corre 4 corridas pela williams, 1 pela ferrari, 4 pela williams, 1 pela mercedes e assim vai.
    Os pontos somados por esse piloto segue o padrao original, validos para campeonato de pilotos, motores, times e construtores.

    Parece loucura, mas seria muito mais interessante do que ter equipes investindo grandes somas para a concepção do carro, ao invés de simplesmente desenvolve-los paralelamente. Seria mais barato, mais movimentos e disputado.

  9. Anônimo disse:

    Acabaria com parte da parafernalha eletronica, deixando apenas o abs e o kers, tiraria a asa móvel, retornaria com um chassis mais bonito por exemplo igual a mclaren do senna em 88 e ai quem sabe poderiamos ver mais talento do piloto em vez de um video game.

  10. Lucas Gabriel Danielato disse:

    Eu liberaria o uso de pneus na corrida, ou seja, não precisaria usar os dois compostos utilizados no fim de semana obrigatoriamente. Assim o piloto faria só uma parada no pit ou nenhuma, dependendo da situação. Também reduziria a carga aerodinâmica dos carros, como foi citado no texto, as asinhas e aletas. Daria pontos extras para o pole, voltaria ao som dos carros com motores v8 e baniria o uso do DRS.

    • Deivde Juliano de Melo disse:

      “voltaria ao som dos carros…” Cara, o motor ronca o que ele explode… na década de 80 também eram v6 turbo e roncavam como animais, era lindo demais. Bataria estes motores terem mais combustível liberado para queimar. Mais explosão, mais força, consequentemente, mais barulho… claro que os turbos abafam um pouco, então nunca vai ser como um aspirado, como eram no ano passado…

  11. Anônimo disse:

    Libera tudo e quem pode mais chora menos…

  12. Vitão disse:

    Eu tomaria algumas medidas bem simples… Seria proibida a comunicação com o BOX, hoje os pilotos obedecem aos engenheiros e estrategistas que os orientam durante toda a corrida baseados em telemetria. Hoje o piloto não toma nenhuma decisão sozinho…. tb liberaria o consumo de combustível que hoje é controlado por fluxo “volta a volta”, estabelecendo um volume máximo permitido por corrida….pneus maiores e menor carga aerodinâmica tb seriam bem vindas…Quanto aos custos, estabeleceria um numero máximo de funcionários por equipe (não só de pista) e um teto orçamentário baseado nos gastos recentes de uma equipe de médio porte (force índia por exemplo)…Outra idéia maluca, seria a permissão estendida da utilização de túneis de vento e melhorias no motor para equipes com baixo desempenho no mundial de construtores…

    • Deivde Juliano de Melo disse:

      Cara eu concordo contigo em quase tudo!!! Quanto a comunicação com box não sei, agora, liberar o fluxo de combustível de jeito nenhum. Isso faz voltar ao que era na década de 80, que os caras tinham 200 quilos no tanque e mesmo assim, tinham que economizar no final. Lembra do Senna tendo que tirar o pé na sua Lotus de 86?
      Naquele ano venceu o campeonato o motor mais econômico, o Honda. Mais econômico quer dizer que fazia mais força com os mesmos 200 quilos…
      Mas limitar o fluxo em apenas 100 quilos por hora e restringir o tanque em apenas 100 quilos foi covardia… A bomba de combustível da minha parati turbo tem fluxo de 240 litros por hora, que dá quase 200 quilos por hora.

  13. Igor disse:

    – Uso livre de combustível
    – Uso livre de pneus
    – Testes liberados
    – Regulamento menos restrito
    – Menos ‘polimento’ dos pilotos

  14. Anônimo disse:

    Fim das asinhas nos aerofólios(dianteiros). Fim da asa móvel e maiores pneus. Fim dos botões. Máximo de um para mistura(caso de SC). Disco de freio convencional. À critério de campeonato: Venda de chassis e campeonato valendo apenas o melhor chassi colocado(como era o Campo Construtores antes). Pré-Qualify, pois a venda de chassis atrairia mais equipes. Mas ao contrário do que foi falado Nada de Camp de Equipes e sim apenas de construtores,pois mesmo sendo permitido, um campeonato de equipes paralelo estimula à equipes a não fabricarem seus chassis.

  15. Anônimo disse:

    as tuas opiniões são excelentes, só acrescentaria a volta do reabastecimento e um tanque menor, pra que todos tivessem que fazer mais paradas (ao invés de fazer isso com os pneus)… pra que voltasse a era do piloto melhor, pois hoje eles não podem “acelerar fundo”, tem que ficar a corrida inteira cuidando dos pneus, e quem vence é o melhor carro, não o melhor piloto… com a volta do reabastecimento isso ia mudar um pouco… eu sei que foi proibido por causa da segurança, mas com a tecnologia que existe hoje, é fácil fazer um dispositivo que o carro não anda se a mangueira estiver plugada, simples, o carro só anda sem a mangueira… nessa época é que as corridas eram emocionantes…

  16. Nathan disse:

    Eu nunca torci por escuderia mas sim por piloto, no caso, piloto brasileiro. Atualmente quando o Felipe sai desligo a televisão. Quando a raiva passa, volto a ligar para assistir ao restante da corrida. Em se tratando de audiência creio que muitos são como eu, por isso essa queda vertiginosa já que não temos nenhum ídolo. Para contornar isso a F1 deveria ser menos vídeo game e mais piloto. Quem sabe assim vibraríamos com o talento de um determinado piloto, independente de sua nacionalidade.

  17. Acabaria com os treinos classificatórios. Largada no domingo deveria ser em posições opostas à chegada da corrida anterior. Quem vencer uma corrida, larga em última na corrida seguinte e se vira pra passar todo mundo.

  18. Delano Braga disse:

    – Motores turbos passam de V6 para V8.
    -Fim da asa móvel e pneus mais largos com mesclagem de ranhuras para slick na corrida.
    -Criação do campeonato de motores para atrair novas montadoras.
    -Segundo treino livre válido como pré-qualificação com duração de uma hora e o piloto mais rápido leva um ponto, o mesmo para o pole do sábado.
    – Mudança na pontuação do 1º ao 10º- 20/16/14/12/10/8/6/4/2/1. O piloto que liderar a prova toda desde a primeira volta até a bandeirada fatura um ponto. Na última etapa do ano o pódio passa a valer mais pontos- 1º) 30 pts 2º) 24 pts e 3º) 18 pts e a corrida passa a ter reabastecimento.

    Cronograma

    Sexta-Feira: 1º treino livre (duas horas) os 30 minutos iniciais os pilotos terão que utilizar os pneus ranhuras duros e reutilizar na corrida. 2º treino livre a pré-qualificação de uma hora.
    Obs: Em caso de chuva pela manhã, os pneus ranhuras serão testados no terceiro treino livre.

    Sábado: 3º treino livre com uma hora de duração.Classificação com mesmo formato Q1+Q2+Q3, mas nas duas partes os carros terão que começar com tanque cheio. Na primeira parte os pilotos tentam melhoras suas marcas em relação aos tempos de sexta-feira. Na segunda parte as melhores marcas serão as mesmas da etapa anterior. Na disputa pela super-pole os 10 pilotos classificados marcam novos tempos.

    Domingo: Todos os pilotos largam com pneus ranhuras e só poderão trocar para slick quando atingir 70% da performance e pode adotar a tática de uma ou duas paradas e quem optar por fazer duas trocas terão que utilizar pneus mais macios em comparação com os pilotos que irão somente trocar uma vez na prova.

    Aí fica minha sugestão José Inácio.

  19. Luiz Jorge Dias disse:

    Em minha opinião, a proposta única seria a mais ousada de todas: afastar definitivamente Bernie Ecclestone da F1. Só isso resolveria!

  20. Ramon disse:

    Usar uma máquina do tempo e voltarmos para os anos 80.

  21. Deivde Juliano de Melo disse:

    Concordo com o que o Ramon disse, “Usar uma máquina do tempo e voltarmos aos anos 80”. Mas o que isso significa? Simples, os carros eram lindos e no chão. Muito mais fortes apesar dos motores menores e com menos rotação se comparados com os de hoje. Os pneus eram mais largos, os carros tinham menos asas e não podemos esquecer, os CARROS eram mais largos também. Estes últimos três detalhes juntos fazem uma diferença absurda e se somados a um acréscimo na potência do motor, voltamos a era dos pilotos de verdade, pois um carro com mais de 1200 cv como antigamente exige um nível de pilotagem muito mais alto, separando homens e meninos.
    Com as tenologias de desenvolvimento de motores atuais, podemos ter motores com mais de 1000 cv consumindo menos de 150 quilos de combustível. Acredito que seria muito interessante, pois, um bi-turbo de 1000 cv fala muito mais alto do que um mono-turbo de pouco mais de 500.
    Mas concordo com as demais limitações, pois a segurança tem que ser mantida, o desgaste físico tem que ser considerado e também não há tanto dinheiro disponível na mão de todas as equipes para investir em desenvolvimento.
    Na minha opinião é fácil fazer com que os carros de F1 voltem a ser as máquinas maravilhosas que criaram tantos apaixonados nas décadas de 70 e 80. Basta acertar certos detalhes, mas tem que ser os detalhes certos!

  22. Marcell disse:

    Volta do reabastecimento (Simplificado) Uma vez na corrida, tipo 33 L, em torno de 20Kg a mais.
    Aumento da largura dos pneus e asa traseira (Não precisa ser como até era em 2008) porém um pouco maior do que era até 2013 – uns 40mm a mais. Aumentando a aderência
    Altura dos bicos modificada (sem essas extremidades tipo Gonzo – extremidades assimétricas) Limite máximo 250mm – maior que os atuais 185mm.
    Aumento do giro dos motores (dos atuais – se não me engano a faixa dos 14.000m RPM, para 15.500 RPM, ou até 16.000… aumentado o som )
    Liberar (Sem restrições) o desenvolvimento dos softwares de recuperação de energia, e o motor de combustão V6.
    Um ponto a mais por quem conseguir Pole – vitória e volta mais rápida, em uma corrida.
    Venda de chassis para equipes menores,
    E aumento das unidades de energia (motores a disposição) dos atuais 5 para 9, por temporada
    E simplificar aquele trambolho de asa dianteira (sem tantas aletas) que existe hj….
    Voltar com os pneus de treino…
    Quantificar de forma mais equilibrada as premiações de TV e demais coisas entre as equipes…

  23. Anônimo disse:

    A primeira coisa a mudar é os motores voltarem com os V8 ou até menos os V10.
    Voltar com os chassis igual eram em 2007 e 2008 os carros eram mais bonitos do que esses atuais.
    Não limitar os testes das equipes se caso ela tiver dinheiro ela pode fazer, o tanto que for necessário.
    E apoiar as montadoras ingressarem na Formula 1

  24. Pingback: Marussia ajuda Ferrari a ganhar potência no motor | JOSEINACIO.COM

  25. Anônimo disse:

    1 – Se existe campanhas para evitar que a população dirija e fale no celular, a comunicação deveria ser proibida também… só as tradicionais placas;
    2 – venda de chassis ou carro para terceiros;
    3 – carro com patrocinador principal (da equipe) e cores iguais, mas patrocinadores secundários independentes;
    4 – Menos punições para situações de pista, exceto as mais pesadas;
    5 – 1 ponto para a melhor tempo combinado da sexta feira;
    6 – 2 pontos para a pole-position;
    7 – 1 ponto para a melhor volta da corrida;
    8 – pontuação dobrada nas corridas tradicionais: Mônaco, Silverstone, Spa e Monza;

  26. Pingback: Recorde de pódios | JOSEINACIO.COM

  27. eu faria o seguinte mais carro no grid, eu colocaria o motor v8 turbo, e 2 horas de treino na parte da tarde, nos treinos na sexta-feira, acabaria com o warm -up do sabado, e correria boa parte do campeonato na europa. os custo com viagens cairia muito. já que as ultrapassagens estão mais frequentes.

  28. Vitor Lobo disse:

    voltaria com os motores v10 aspirados que tem um som muito melhor do que os outros, liberaria o desenvolvimento tanto dos motores quanto do ers, não estabeleceria limite de combustível, melhoraria mais a parte aerodinâmica do carro, pois os carros desse ano estão muito lentos nas curvas a ponto de alguns carros do grid serem mais lentos do que os carros da gp2 em monaco circuito onde privilegia a aerodinâmica, pneus mais largos e maiores e acabaria com a telemetria. Resultado da minha nova f1, os carros seriam muito mais rápidos de curvas, como antes, os pneus maiores ajudariam nas curvas pois possuem mais aderência, seriam um pouco mais lento nas retas por causa da melhora aerodinâmica(quanto mais aerodinâmica mais lento o carro fica de reta), exigiria de cada piloto a habilidade de testar e preparar seu carro nos treinos para as corridas sem a ajuda de recursos eletrônicos(telemetria), como antigamente, o piloto teria que saber acertar os seus carros, saber oq esta acontecendo com ele, e informar os problemas para os mecânicos para que estes sejam resolvidos, e, é claro que com a volta dos motores v10, também teríamos de volta o som de um verdadeiro carro de corrida como tínhamos antes. Seria uma f1 mais competitiva em termos de inovações tecnológicas, e com certeza mais rápida que a atual.

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