Felipe Nasr cede o lugar

nasr1O piloto brasileiro Felipe Nasr, da Sauber, cederá seu lugar no primeiro treino livre do GP da Malásia para o piloto de testes da equipe, o italiano Rafaelle Marciello. O italiano deverá treinar em outras corridas ao longo do ano, mas não se sabe se sempre no lugar de Nasr ou se haverá um rodízio com Ericsson.

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Em 2012 quando Bruno Senna corria pela Williams, tinha que ceder seu lugar na maioria dos primeiros treinos dos GP´s para o então piloto de testes Valtteri Bottas, o que prejudicou o brasileiro ao longo de toda a temporada, já que dispunha de um treino a menos que Pastor Maldonado para regular o carro ao seu gosto e testar novidades. Na ocasião apenas Bruno era obrigado a ceder o carro, já que Maldonado pagava muito mais pela vaga e tinha um contrato mais longo e melhor amarrado.

Esse tipo de troca nos treinos são comuns na categoria, com o próprio Nasr se beneficiando disso pela Williams no ano passado (sempre às custas de Bottas), mas espero que esse ano a Sauber, que pelo que se sabe recebe valores iguais de Marcus Ericsson e Felipe Nasr pelas vagas, distribua igualmente essas cessões para Marciello entre seus dois pilotos e que elas não sejam tão frequentes.

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16 respostas para Felipe Nasr cede o lugar

  1. Anônimo disse:

    E a F-1 de hoje não tem nada a ver com a F-1 do passado. É uma porcaria. Um amontoado de bobagens do ponto de vista técnico, protagonizado por personagens anódinos que produzem um espetáculo ruim. Simples assim: o espetáculo é ruim. Perdeu todos seus atrativos: o barulho, a variedade de marcas e modelos, os cenários clássicos e históricos, as cores, os personagens, a competição. E no mundo de hoje, com tantas alternativas de diversão e entretenimento, um espetáculo ruim só gera uma coisa nos mais jovens: indiferença. Os jovens não acham a F-1 chata, desinteressante, entediante, aborrecida. Eles simplesmente não acham nada. Nem sabem que existe. Não faz parte de seu mundo. É uma abstração, como um disco de vinil ou um videocassete.

    Não é muito difícil fazer uma F-1 parecida com a do passado, de forma a reativar na mente e nos corações de quarentões e cinquentões a paixão que ela despertou neles quando eram mais novos. Se se apaixonarem de novo, dirão aos mais jovens que estão apaixonados de novo. E esses jovens podem, por que não?, se apaixonar também por algo de que apenas ouviram falar, e nunca viram de verdade.

    Para isso, é preciso simplificar as coisas. Deixar de lado esses motores incompreensíveis, por exemplo. V8 aspirados de 2,4 litros e barulhentos, que tal? Toda fábrica de automóveis é capaz de fazer motores V8 aspirados de 2,4 litros e barulhentos. Qualquer uma. Não custa caro. Muito menos do que se investiu nessas unidades de força que daqui a menos de dois anos serão apenas lixo tecnológico. O som dos motores, ainda que muita gente ache que isso é uma irrelevância, não é. Escutar um motor rugindo, machucar o ouvido, tremer na arquibancada à passagem de uma Ferrari, é experiência que só quem teve sabe o que é, e não pode ser descartada. É como proibir uma torcida de gritar “gol” num estádio. Não faz sentido. Câmbio padrão, com liberdade para escolher relações de marcha. Medidas fixas de comprimento, altura e largura e peso mínimo, e a partir disso cada um faz o que bem entender. Mais de uma marca de pneus. Uso limitado de túnel de vento. Asas dianteiras e traseiras sem apêndices. Fim da asa móvel. Limite de mecânicos em pit stops. Treinos de classificação na sexta e no sábado com soma de tempos. Warm up. Sim, warm up, tinha coisa mais legal do que o treino de domingo de manhã para quem chegava cedo aos autódromos? Possibilidade de fazer testes particulares em pistas que não estão no calendário, mas com limite do número de dias por ano. Venda de chassis do ano anterior para equipes menores. Teto de gastos. Aproximação dos pilotos com o público, sessões de autógrafos, motorhomes menos herméticos e paquidérmicos que custam um absurdo, a inutilidade mais cara do planeta, fim do esquema rígido de entrevistas coletivas, mais liberdade para essa gente falar o que quiser quando quiser, ingressos mais baratos, mais corridas em países tradicionais como França, Portugal, Argentina, Holanda, Suécia, Itália, Inglaterra.

    Não é complicado. Basta querer. Mas é um modelo que nada tem a ver com o atual, exige ruptura e, sobretudo, apoio daqueles que, hoje, estão por cima da carne seca e terão de abrir mão da hegemonia que impuseram aos demais — hoje é a Mercedes, mas se eu escrevesse este texto três anos atrás, seria a Red Bull; dez anos atrás, a Ferrari.

    Parece muito claro que no formato que a F-1 é disputada hoje, o destino é a morte lenta e melancólica, minguando a cada dia, sendo abandonada pelos velhos fãs e incapaz de seduzir novos. Hoje, tirando aqueles que se encantaram no passado e ainda têm esperança de que os bons tempos — terrível, o clichê, mas é o que temos pra hoje — voltem, ninguém mais liga para ela.

    É a indiferença o grande veneno que está matando a F-1. O antídoto está lá atrás. É só olhar no espelho.

  2. Rafael disse:

    Chamadinha safada estilo do Terra para ganhar cliques essa “cede o lugar”.
    Ja achei que o van der Garde ia entrar.

  3. Phillip disse:

    Tambem achei o que o Garder iria entrar

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