A (in)volução da Fórmula 1

berger89 A Fórmula 1 definitivamente evoluiu muito econômica e tecnicamente ao longo das últimas décadas, mas até que ponto essa evolução foi de fato para melhor?

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Peguemos os carros do fim dos anos 80 e início dos anos 90: proporcionavam belas disputas nas pistas e eram visualmente simples e agradáveis de se ver, sem aquela miríade de asinhas, chifres e aletas que veríamos quase duas décadas depois em 2008, como vemos na comparação acima. É claro que os carros se tornaram mais complexos, rápidos e mesmo seguros com o tempo, mas a dependência da aerodinâmica havia chegado ao seu limite máximo, a ponto das ultrapassagens serem raras pelo fato do carro de trás ter seu fluxo de ar atrapalhado pelo carro à frente nas curvas.

f1-EVOEm 2009 começou a valer um novo regulamento técnico, proibindo a maior parte desse monte de apêndices aerodinâmicos, alargando a asa dianteira, estreitando a traseira, também mais alta e tornando os carro novamente mais simples visualmente.

Só que essa maior simplicidade durou pouco, pois a Fórmula 1 já havia aprendido a importância do refino aerodinâmico e não ia simplesmente esquecer tudo para o bem da estética. Assim, num intervalo de 6 anos, como vemos nessa comparação acima, os carros já retomaram grande parte de sua complexidade visual, sobretudo em sua asa dianteira, que nos tempos da Ferrari de Massa tinha meros 3 elementos principais ao passo que hoje são dezenas, sem falar nas aletas no entorno das entradas de ar laterais, na outra embaixo da câmera superior e nos bicos horrorosos (mas eficientes) que foram apenas parcialmente corrigidos para essa temporada, etc.

Os pilotos mesmos estão reclamando que pilotar os carros dos últimos anos está chato, com seus volantes hiper-complexos e cheios de ajustes eletrônicos mas não exigindo realmente o máximo deles como pilotos e atletas, como o cronômetro mesmo vem atestando: comparado com o carro de 2004, por exemplo, a hoje poderosa Mercedes de Lewis Hamilton chegaria incríveis 6 voltas atrás no GP da China…

volantesCom isso vem a pergunta: Como tornar os carros da categoria mais bonitos, menos complexos, bem mais rápidos e ainda seguros, tudo sem elevar os custos dessas mudanças todas e causar a quebra das equipes menores (a maioria)? É esse enorme desafio que as equipes, a GPDA (associação de pilotos), a FIA e Bernie Ecclestone estão tentando resolver para 2017, só que uma solução unânime está longe de ser alcançada (as equipes grandes e Bernie pensam mais nos seus interesses e pouco na realidade das menores, que não tem dinheiro para acompanhar a escalada de custos da F1 num mundo onde conseguir patrocínios está cada vez mais difícil).

Os próximos meses serão de intensas negociações, já se falando em pneus mais largos, motores de hoje, só que mais potentes, reabastecimento nas corridas e até em rever a aerodinâmica dos carros, aumentando o downforce, tudo para tornar os carro 5 segundos mais rápidos que hoje.

Agora lanço o desafio à você: O que você proporia para tornar a Fórmula 1 mais interessante, rápida e atraente para o público, fabricantes e projetistas (estes cada vez mais desestimulados pelo regulamento amarrado)? MAS tendo em vista que a categoria deve continuar sendo o ápice da tecnologia e ao mesmo tempo ficar mais barata. Também esqueça a volta dos motores V8, V10 e V12, pois os motores híbridos de hoje vieram pra ficar. Dureza conciliar tudo heim… Clique nas imagens para ampliá-las!

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28 respostas para A (in)volução da Fórmula 1

  1. Bruno Molina disse:

    Incrível como a F1 vem deixando a desejar nos últimos anos em diversas áreas: estética, potência do motor, nível dos pilotos ( os pagantes ), pistas chatas, a dependência dos pneus e etc…claro que amamos e continuaremos assistindo F1 independente disso tudo…mas que dá uma saudade dos tempos da década de 70, 80, 90…dá e muito…

    Quem puder, acesse o blog fanaticosporf1.wordpress.com e curta a página Fanaticos por F1 no facebook. Dá uma moral pra nós aí!
    Gracías! :o)

  2. murilocamano disse:

    José, escrevi um texto onde simulei uma carta para Bernie Ecclestone propondo sugestões de melhoria, algumas até mesmo “loucas” mas achei tudo válido, se quiser ver (sem eu querer me promover) é só usar o link!

    http://torcedores.com/noticias/95477-carta-aberta-para-bernie-ecclestone

    Abração!

  3. Patriky Bedim disse:

    O meio mais simples de liberar potência nesses motores é acabar com o controle de fluxo. Continua-se com o limite de 100kg por corrida (ou um pouco mais), mas sem o limite de 100kg/h. Isso possibilitaria muitas ultrapassagens, já que aumentaria a possibilidade de diferentes estratégias, com alguns pilotos liberando muito combustível no começo da corrida e tendo que economizar no final, ou vice-versa.

  4. Anônimo disse:

    É só voltar a temporada de 1986 e colocar as mesmas dimensões com a segurança e tecnologia de hoje, voltando também alguns circuitos tradicionais
    como Áustria, lindo circuito, com isso e tirando a ganância de Bernie e das equipes grandes teremos uma formula 1 competitiva. Airton Senna disse numa entrevista após seu segundo título, (espero que no próximo ano seja mais disputado do que esse) será que o homem gostava de disputa?

  5. Motores trocando de marcha a 14.000~15.000 rpm, novos fabricantes de pneus, maior fluxo de combustível, maior limite de combustível total (aí eles resolvem se precisarão aumentar o tanque e ficar sem reabastecer, ou pôr um tanque menor e liberar reabastecimento, que eu não curto), , 5 power units por ano que tava bom, no máááááximo 6 se os motores a 15.000 rpm durarem pouco, uma melhor distribuição de grana pras equipes (que a CVC não reclame, por favor, pois continuará lucrando bastante), e um plus: melhores pneus de chuva pras equipes não frescarem quando cair o toró na pista.

  6. Phillip disse:

    Acho que tudo isso mencionado acima , tanto por josé inácio quanto pelos comentarios é valido.

    Eu gostaria que acabasse com isso da asa movel quando o carro está á menos de segundo. Sou a favor do uso da asa para uma aproximaçao ( Por exemplo : Se o piloto estiver a dois segundos do piloto da frente usa a asa movel para ficar á 1 segundo e depois a asa nao abriria mais , dando uma chance de defesa para o carro que esta á frente )

  7. 1ª Uma melhor divisão de lucros para todas as equipes (não acho injusto que as grandes recebam grandes quantias de dinheiro, acho ruim apenas que as pequenas tenham fatias quase que irrelevantes para estarem na F1.

    2º Comunicação restrita do piloto com equipe e vice versa. Somente o minimo necessário, comunicação para utilização dos pits, acidentes e… só.

    3º Permitir testes de pista mas tomando como base as 3 equipes do fundo do grid. Se a Marussia, Sauber e Caterham puderem testar “10x” ao ano por “3dias”, esse seria o numero máximo de testes que poderiam realizar. As vezes e os dias não seriam obrigatórios de testes, mas é melhor saber que uma equipe não foi testar porque não queria ao invés de não poder.

    4º Contratos de pilotos abertos com suas equipes. Muitos pilotos não falam tudo o que querem e não agem como gostariam na televisão… seria legal ver um piloto ter palavras mais acidas num episodio mais polemico do esporte, isso faria muito bem para a televisão.

    5º Teto orçamentario e liberação de regulamento limitando-se apenas a parte eletrônica, e partes moveis aerodinâmicas, apenas uma altura/largura/comprimento do carro minimos e maximo… de resto tá valendo!

    Acho que só…

  8. Yuri lapenta disse:

    Pra que serve to aparato aerodinâmico nos carros da F1? Para aumentar a aderência não é?
    Pergunto isso porque acho que para diminuir a dependência da aerodinâmica deveria se buscar soluções para se aumentar a aderência de outra forma. Ou seja, aumentando a aderência mecânica. Aumento da bitola para as curvas e da largura dos pneus traseiros para tração. Se olharmos os carros do fim dos anos 80 veremos exatamente isso.
    Além disso significaria uma economia enorme em projeto e desenvolvimento em túnel de vento.

  9. Rossano disse:

    Três coisas básica:
    Padronização das asas (dianteira e traseira), diminuindo a eficiência para aumentar o espaço de frenagem. Isso diminuiria muito o custo, não interferindo na evolução dos carros de rua;
    Proibição total de aletas aerodinâmicas, pois (como já referido nas asas) tem custo elevadíssimo e não trás qualquer evolução aos carros de rua;
    Liberação do uso do giro do motor. Limitar o giro só diminui a potencia e não trás tanta redução de custos, pois se torna oneroso motores tão complexo como hoje.

  10. Anônimo disse:

    1) Tome a temporada que foi considerada por muitos competitiva.
    2) Torne-a segura.

    É muito simplista, mas acho q ajuda muito a ter um norte. As sugestões acima foram muito bem escritas tb.

    Abraço!

  11. Motores: Unidades de energia e esquemas de montagem do turbo padronizados em todos motores, fluxo de combustível aumentado para maior potencia, Giro do motor maior ( parece que trocam as marchas nem a 10000 rpm hj em dia, não ronca nada). Se for o caso de muita desigualdade na potencia colocar restritores para igualar.

    Carro: Asas simples, sem essas frescuras de mil aletas, no máximo permitir uma ou duas extras… Se faltar downforce que aumente a asa traseira. Se for possível essas peças padronizadas, deixando a equipe só desenvolver o resto do carro.

    Comunicação limitada, só para emergências.

    Pneus fixos: 2 ou 3 opções só, slick, intermediário, chuva pesada…. quanto se escuta equipes falaram que não acertam nos macios e nos médios sim…. assim todas equipes acertariam o carro para aquele único tipo de pneu aumentando a igualdade.

    Estamos em 2015, pessoas conectadas online direto e a F1 não saiu dos anos 90….. Transferir todo esse clima para as redes sociais, vídeos e o escambau.

  12. Marcos Oliveira disse:

    Não entendo como pilotos e dirigentes ainda defendem o retorno do reabastecimento!
    As corridas estavam uma chatice de assistir nessa época! “Olha lá o Massa tá em primeiro faltando poucas voltas… ah não, ele tá mais leve e precisa parar de novo…”. Ninguém conseguia acompanhar as estratégias malucas de todos os pilotos!

  13. Fernando Fávero disse:

    Aerodinâmica: Asa traseira com apenas 2 planos. Asa dianteira com 3 planos. Proibição total de aletas. Limitação do número de furos na carenagem. Assoalho sem furos.
    Motor: Turbo sem qualquer recuperação de energia (essa tecnologia ficaria para ser desenvolvida pelo WEC). Limite de rotações a 20mil RPM. Sem controle de fluxo, apenas quantidade total. Talvez alterar o combustível para um renovável.
    Pneus: 2 tipos apenas: macio e duro para toda a temporada. Um intermediário e um para chuva.
    Freios: Limitados a 2 pistões traseiros e 4 dianteiros e volta dos discos de freios de aço. Menor capacidade de frenagem.
    Volante: Apenas informativo. Sem qualquer regulagem acionada pelo piloto, somente distribuição de freio. Rádio livre.

  14. Marcos Oliveira disse:

    Minhas principais idéias são com respeito ao “show” que tanto buscam!
    Olham pro UFC, Nascar, Indy. Acho que esportivamente são uma chatice, mas o show é imbatível!
    Uma luta do UFC pode durar poucos minutos, mas até a PESAGEM tem público e audiência!
    Nos autódromos da Indy tem banners com fotos gigantescas dos pilotos, sessões de autógrafos para os fãs, todo mundo sabe o número do piloto (idem Nascar).
    Todos os três que eu citei também usam muito bem o marketing na web. Aliás, até a GP2 tem site e Facebook mais atraentes que a F1!
    E deixem os pilotos falarem, meu deus!!! Já nem leio mais entrevista de pilotos da F1! Se for pra ouvir “estamos trabalhando no carro, confiantes, no caminho certo…” sendo de uma Mercedes ou Mclaren-Bomba (ops, HONDA), pra quê???

  15. Fernando disse:

    Tio Inácio, na minha opinião a F1 está ótima! As corridas de antigamente eram muito mais chatas, com muito menos informação. Os carros top disparavam na frente como é hj. Eu tenho aqui em casa corridas dos anos 80 e 90. Já revi várias temporadas e acho que o povo é muito saudosista. Galera reclama, reclama, mas gente que realmente assiste corridas antigas é algo raro. Tudo bem, ver ao vivo é mais legal. Agora quando vc assiste corridas antigas quase que com a mesma peoridicidade das corridas atuais, vc vê que hj está bem melhor, muito mais informação, temos o DRS pra facilitar as ultrapassagens que o público reclamava tanto.

    Na minha opinião o que acontece é um fato que Schopenhauer já explicou em um de seus livros. Quando nós olhamos pro passado, vemos como se fosse um filme. Tudo parece mais romântico, mais bonito do que era. Na verdade, Schopenhauer diz que temos um sentimento estético quando olhamos pro passado. Neste sentido, pensar no passado é muito semelhante a apreciar uma obra de arte. Além do mais eu acho que as pessoas não sabem viver no presente. Sempre ficam ou sonhando com o passado ou com o futuro, mas não vivem os momentos presentes.

    Isso sem falar no Ayrton. Na falta que ele faz pra gente no esporte. Na falta que sentimos de ter um novo herói.

    No mais, em termos de espetáculo, a F1 vai muito bem obrigado. Pelo menos na minha opinião.

  16. Leandro Akihiro de Orleans Sudo disse:

    Apostaria em motores de construção livre 4, 6 e 8 cilindros sim, porque não em Linha em V ou Boxer, com a mesma capacidade cúbica e dois turbos pra facilitar, mesma pressão, e quem encontrar a melhor solução de recuperação de energia, peso, refrigeração, compactação, consumo que seja feliz. Cada equipe escolhe direto da fábrica os dois compostos que quer usar em cada final de semana para cada piloto indivídualmente. E a cereja do bolo Lastro pro podium na próxima corrida 30, 20 e 10 kilos no lugar mais inconveniente possível, só na corrida, proibido usar os lastros nos treinos e nos Qs.

  17. Deivde Juliano de Melo disse:

    Mantém o motor turbo híbrido, mas com um pouco mais fluxo de combustível pra chegar aos 1000hp.
    Largura do carro e dos pneus igual a 1986. Isso melhora drasticamente a aderência mecânica.
    Asas traseiras mais largas.
    As duas asas menores verticalmente, pra reduzir o downforce aumentando a dependência dos pneus. Isso permite pegas mais próximos e curvas disputadas como em 70 e 80.

  18. guilherme mello disse:

    Cara a formula 1 tinha que ter novamente disputa de pneus, igual quando tinha michelan e bridesgtone, sem falar as disputas deveriam ser liberadas acabar com essa regra de que o carro que esta na frente so pode mudar uma ves a tragetoria, (isso é coisa de mulherzinha).
    Também os pilotos deveriam pegar o exemplo da moto gp, em que eles são mais acessiveis, comemorão e etc. Porque os pilotos da formula tão ficando uns boiolas cheios de protocolos pra seguir e se olhar o hamilton quase não comemora em algumas corridas.

  19. Marcell disse:

    Coloca a mini asa traseira de novo….Aumenta a asa traseira principal… pelo menos em uns 70 MM (próximo do que era no passaso) Libera a altura dos bicos em 40mm – Só manter o grau de inclinação dos bicos para baixo (por segurança) Simplifica essas asas dianteiras – menos aletas por favorrr, tira esse controle de fluxometro de combustivel dos motores – ou restrinjam ele ao minimo, aumentando também os RPM’s deles (Tipo uns 3.000 a 3.500 rpm a mais dos atuais 13.000…) liberem eles para serem bi-turbos também (Tendo a opção turbo e bi) aumentem os pneus e a largura entre eixos dos carros, e liberem para duas fornedoras de pneus… e Pneus de todos os tipos para as corridas!

  20. Anônimo disse:

    Podia pegar os carros da GP2, bota um motor melhorzinho e bota na pista que corre igual a esses carros atuais. Eu gostaria de uma competição igualitária, com os carros em pé de igualdade, mas como são as grandes equipe que decidem isso, acho que vai ser díficil. Mas talvez com a compra de chassis as equipes menores tenham mais chances, não tendo que gastar tanto com o desenvolvimento aerodinâmico e se preocupar mais com outras coisas para melhorar o carro.

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  23. Anônimo disse:

    A minha sugestão é liberar geral gastando até 100 milhões de euros. Coloque o melhor carro possível no grid e apenas seguindo restrições de segurança. Se quiser desenhar um carro utilizando motores v12 e beberrão, boa sorte. Se quiser desenhar um carro que ande sem ter a necessidade de reabastecer, com um motor menos potente e pneus mais duros, é valido também. Quem gastar mais de 100 milhoes de euros, terá um carro com uma série de restrições e proibições. Acredito que teriamos carros mais “diferentes”, com estratégias bem distintas. Se alguém montar um super carro e disparar, faz parte e não teria desculpa das outras scuderias.

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  25. Fabio disse:

    É muita frescura essa de motor híbrido, teria que voltar a ser somente o motor a convencional, não tem a mínima graça essa ajuda de motor elétrico…recuperação de energia…pura frescura, deixa isso pros carros de rua, carro de corrida tem que ter potencia EXTREMA, liberar todo o regulamento, que essas bichas velhas vem estragando a categoria, “a desculpa…hoje em dia usar o termo bicha, viado é homofóbico… essa moda de politicamente correto já deu”, têm mesmo que se liberar tudo, esse neģocio de motorsinho girar a 14.000 rpm na marra…esse ronco abafado que pareçe que colocaram um gato no escapamento é ridículo, reafirmando…essa porcaria de ser híbrido é um saco, potência pura e nada de qualquer frescura no regulamento e na condução das corridas, esses circuitos que não passam de cartódromos ninguém mereçe…salvo Monza e Spa, outra coisa, chega de covardia quando chove, pois o céu escurecer e começar uma garoa e entrar o safety car ninguém mereçe…piloto não pode ter medo de chuva e de desafios, quem não tem coragem pra seguir que vá fazer tricô com a vovó!

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