O tamanho do buraco da McLaren

mclarenNa tabela abaixo vemos as velocidades máximas atingidas por todos os pilotos no Grande Prêmio do Canadá nos três pontos de cronometragem do circuito durante a corrida.

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Em comum nesses três setores o fato de sempre haver uma McLaren-Honda na rabeira quando, não as duas, que assim consegue a proeza de ficar atrás até dos defasados carros da Manor, que usam o modelo e os motores Ferrari da geração anterior, cerca de 60 cavalos menos potentes que os usados pela Sauber esse ano, por exemplo (os da Ferrari já seriam ainda mais fortes).
velocidades
Isso dá uma boa ideia do tamanho do deficit de potência que os atuais motores Honda tem para a concorrência, o que acaba se refletindo em uma velocidade máxima em média 20 Km/h mais baixa do que os ponteiros. O pior é que os motores japoneses além de não serem potentes também não são confiáveis, quebrando com frequência, como no último GP onde tanto Fernando Alonso como Jenson Button abandonaram quando pouco faziam na pista.

Eu já esperava dificuldades iniciais nessa volta da Honda, mas não imaginava que seriam tão grandes e que a evolução seria tão lenta. Creio que nem a McLaren nem seus pilotos esperavam um começo tão ruim e é exatamente por causa dessa surpresa negativa que os japoneses estariam sob crescente pressão para aproximar ainda mais seu setor técnico com o da McLaren e somar forças para agilizar a necessária reação.

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38 respostas para O tamanho do buraco da McLaren

  1. Anônimo disse:

    da pra ver tambem como ta a renault em relação aos outros, q só conseguiu como maior velocidade 8º, 12º e 9º com o verstappen…

  2. Marcell disse:

    Mcabóbora e o seu motor de fricção!

  3. Brenno disse:

    Honda ta queimando o filme!!! Fizeram muito marketing nessa parceria mas esqueceram do fiasco que foi a equipe Honda. Muita grana e pouco resultado…

  4. alonsista disse:

    A Honda nunca vai ter um motor decente já que a cada ano o número de tokens diminui para não elevar os custos com desenvolvimento e a Honda tá bem atrás da concorrência.

  5. Adriano brito disse:

    Parece notícia de 2008,espero que não seja a honda se repetindo

    • G. Assad disse:

      Quem acompanha o blog, sabe que esse Adriano Brito é uma mala sem alças e sem rodinhas. Só faltou escrever, como costuma fazer, que a Honda afundou a carreira do pagador de mico Rubinho Pé-de-Chinelo. Particularmente, ainda aposto nessa montadora que tem 72 vitórias na Fórmula 1 e desenvolveu ótimos motores, que contribuíram para o Senna e o Piquet conquistarem títulos.

      • Brenno Ribeiro disse:

        Competência e dinheiro eles tem só espero que não seja como a equipe Honda!!!

      • Jurandir Rocha disse:

        Eu gostava mais do Piquet do que do Senna, mas ambos foram incríveis. A Honda colaborou com o terceiro e último título do Nelson e os três do Ayrton. O francês Prost também foi campeão com o motor japonês, na época de Mclaren. Quero que a montadora volte a fazer sucesso.

      • Laercio Oliveira disse:

        Rubinho e Button ganharam a maioria das corridas de estreia da Brown, com um carro basicamente Honda mas equipado com um motor Mercedes. Tinham ficado anos andando no final do pelotão e o ano seguinte não parecida que ia ser diferente, quando a Honda resolveu encerrar o projeto f1 e praticamente doar o acervo para o Brown.

      • Fábio Magliary Gómez disse:

        Eu acho que a Mclaren deveria contratar o Rubinho e o Bruno Senna. Aí, sim, a equipe evoluiria.

      • GUIMARÃES disse:

        Bacana seria se o Brasil tivesse uma equipe na Fórmula 1, com motor de uma empresa brasileira. Que bom seria uma escuderia Brazil F1 Team – Agrale. Alguém se lembra da Gurgel? Se o governo fosse mais patriota, a Gurgel poderia estar brigando com a GM, a VW etc. Ela poderia estar, também, na F-1.

      • Raimundo Terra disse:

        Sou grato aos nipônicos da Honda, pois, com os seus excelentes motores, brasileiros conquistaram três campeonatos de pilotos. Força, Honda!!!

    • Raimundo Terra disse:

      Errei!!! Na verdade, QUATRO títulos.

  6. Pedro disse:

    A Honda vai se recuperar, mas só em 2017. No passado com um regulamento complicado quase igual a este (turbos com pressão ilimitada) a Honda entrou em junho de 1983 e o seu motor demorou quase 2 anos para ficar bom e foi no GP da Bélgica de 1985 que eles se tornaram potentes e fortes. Eu não acredito é na Renault eles não sabem fazer bons motores com regulamentos de tecnologia avançada, mas a tendência é mudar o regulamento para ajudar a Ferrari e principalmente a Renault. Japoneses e alemães são bons neste tipo de regulamento.

  7. Juliana Gomes disse:

    Querido Sr. José:
    Eu ACREDITO no projeto da Honda, mas a médio/longo prazo. Sou uma mulher que ama a Fórmula 1 e fã do inolvidável Ayrton Senna. Causa-me júbilo lembrar da Mclaren – Honda do nosso saudoso e talentoso tricampeão. Se o Senna estivesse vivo, tenho certeza de que ele pediria paciência aos fãs da Mclaren e diria, também, que crê nos nipônicos da Honda.
    Juliana

  8. Olavo Alves disse:

    Caro Jornalista:

    O otimismo sempre foi uma das minhas características e, assim, tenho fé que, no futuro, o projeto Mclaren-Honda obterá êxito. Até pelo bem da Fórmula 1, é mister que existam mais times capazes de rivalizar com a alemã Mercedes. Torço, fortemente, por uma maior competitividade da citada categoria. A supremacia de uma única equipe jamais é boa, pois a audiência cai bastante. Desejo, outrossim, que a francesa Renault se recupere e a RBR e a STR, por conseguinte, se tornem mais competitivas.
    Sou fã da empresa japonesa e sinto que ela vai dar a volta por cima. A Honda fez muito sucesso, no passado, com a Williams e a Mclaren.
    Confesso que, desde os títulos do Piquet e do Senna com os propulsores Honda na F-1, eu sempre comprei carros desta marca. Hoje, sou proprietário de um CR-V.

    • José Angelo disse:

      Você é advogado, né? Parece pelo menos, pelas palavras que usa pra escrever um simples comentário. E no final achei arrogância sua. Ninguém perguntou seu carro. Quer saber o meu? Pode ser um BMW, um Clio, ou ainda um fusca. Faz diferença?

      A Honda é uma baita montadora, mas daí a dizer que a parceria vai dar certo é chutômetro apenas. O último motor campeão que a Honda fez foi em 1991, o último motor bom foi em 2004, último chassi campeão da McLaren foi em 1999, último chassi razoável da McLaren foi em 2012. Os pilotos estão mais próximos do fim da carreira do que do auge. Praticamente não é permitido testar. A parceria de sucesso McLaren-Honda foi hà 25 anos. Nesse tempo tudo mudou, os motores turbos daquela era em praticamente nada tem a ver com os atuais. Mercedes está muito á frente dos outros. Não vejo motivo algum para crer que é um projeto vencedor. Se pode vir a ser vencedor? Pra responder só observando a diferença entre “possivelmente” e “provavelmente”.

      • Paulo Moreira Siqueira disse:

        Dificilmente a associação entre Honda e Mclaren geraria frutos no início. Reputo que resultados expressivos só surgirão em 2016 ou, talvez, 2017. Mas as duas empresas têm engenheiros capacitados e também considero que a união terá êxito.

      • Olavo Alves disse:

        Prezado José Angelo:

        Boa noite. Cada um tem o direito de acreditar ou não no sucesso da parceria. Eu confio muito nos japoneses e nos ingleses. Fui influenciado pelo êxito da Honda fornecendo propulsores para a Williams e a Mclaren no passado e, assim, sempre comprei carros da mencionada marca. Não vejo qualquer problema, portanto, em expor que sou dono de um CR-V. Entendo que carro Honda é sinônimo de qualidade (leia o estudo da “Consumer Reports”). Nada mais do que isso. Alonso e Button, a meu ver, estão em boa forma, sem contar que são bem tarimbados. Não sou o senhor da verdade e nunca pretendi ser. Desculpe-me se passei a imagem de arrogante. Se eu pareço um causídico, o senhor é, por certo, jornalista. Sem mais.

      • Samuel M. Donato disse:

        Sonhar não custa nada. A Mclaren é a minha equipe preferida e a Honda ainda tem credibilidade comigo, por ter desenvolvido motores que ajudaram o nosso grande brasileiro Ayrton Senna a ser campeão. Boto fé no casamento da Mclaren com a Honda. Quando serão felizes, eu não sei, pois não tenho o dom de prever o futuro. Um forte abraço.

      • Anônimo disse:

        Muitos jornalistas esportivos confiavam que o Brasil conquistaria a Copa do Mundo de Futebol de 2014. Tomamos de sete contra a Alemanha… Logo, não há mal algum ficar na torcida pela Mclaren-Honda, ainda que não ocorra o resultado almejado. Faz parte. Em cada jogo, sempre acredito na vitória do meu Vasco da Gama, ainda que ele esteja, atualmente, na zona do rebaixamento do Campeonato Brasileiro de 2015. Estou de acordo com o Olavo.

      • Rafael disse:

        ZÉ,

        Para mim, é projeto de LONGO PRAZO. A Mercedes-Benz tem o melhor carro da F-1, mas amanhã não sabemos. O conjunto Mclaren/Honda é ruim, mas amanhã, também não sabemos. A Red Bull dominava com Vettel, mas hoje… A Ferrari, no passado, viveu momentos maravilhosos com Schumacher, mas faz tempo que não ganha um título (o último foi com Räikkönen, em 2007). A Williams, igualmente, teve o seu período de glória na Fórmula 1. O futuro é imprevisível, mas aposto as minhas fichas na aliança Mclaren/Honda, a LONGO PRAZO.

      • Ernesto disse:

        Ayrton Senna disse ao jornalista Celso Itiberê:

        “Meu engenheiro principal está casado há pouco mais de dois anos. No fim da temporada passada, despediu-se de mim, disse que havia sido um ano de sacrifícios porque a mulher, em Tóquio, reclamava constantemente sua presença e ele só pôde ir vê-la duas vezes em nove meses. E este ano, quando cheguei à sede da Honda, na Inglaterra, ele foi o primeiro a me receber. Sorridente e preocupado. O sorriso se devia ao nosso motor, que ele dizia ser sensacional. A preocupação era o fato de que, nos próximos oito meses, só poderia ir uma vez ao Japão. Nenhum outro profissional, europeu ou americano, aceitaria esse sacrifício”.

        Depois de ler a declaração de uma dos maiores gênios da história da Fórmula 1, não tenho dúvidas: CONFIO NO PROJETO DA HONDA.

    • edvaldo pinto disse:

      muitos brazucas têm um carinho pela honda por causa do ayrton senna. gosto de montão da marca, mas comprei uma moto. vou torcer para a honda corrigir os problemas do motor nesse ano para, em 2016, levar a mclaren ao topo. os caras vão conseguir!!!!!!!!!!!

  9. Leonardo Fraga de Melo disse:

    Cresci vendo as vitórias do nosso Ayrton Senna a bordo de um Mclaren / Honda, com as cores vermelha e branca. Lembro-me do grande engenheiro japonês Osamu Goto conversando com o Ayrton. A Honda tem, sim, o meu apoio incondicional, absoluto. Sei que os nipônicos e os britânicos estão se empenhando muito para entregar um carro competitivo ao Alonso e ao Button. A Honda está certa ao tentar inovar, embora, no momento, os resultados não estejam aparecendo.

    Amo o Japão, o seu povo e a sua cultura, sendo que já fui três vezes ao país do Sol nascente. Adoro marcas japonesas! Tenho uma miniatura do Mclaren / Honda do Senna no meu quarto. Quero a Honda no lugar mais alto do pódio!!!

    Abraços!

  10. Mauro Cunha disse:

    Quero corridas mais empolgantes e não passeios aos domingos do Lewis Hamilton. Ultimamente, só tenho bocejado nos grandes prêmios. Logo, estou na torcida pela recuperação da HONDA. Quem sabe o fora de série Fernando Alonso possa trazer um pouco mais de emoção, não é mesmo?

  11. Tiago de Souza disse:

    Realmente este início da McLaren / Honda foi péssimo, e de certa forma não me surpreende, todos sabiam que existe muito trabalho pela frente e que este projeto vai começar a colher frutos no futuro.
    Acompanhando a F-1 desde o início dos anos 90, já vi este filme várias vezes sendo que um deles foi quando a Benetton virou Renault e seus motores que demoraram para dar certo ( ominaram os anos de 2005 e 2006), lembrando que a própria McLaren já passou por isso com a Mercedes, que se iniciou em 1995 e somente foi vencer de forma consistente no final de 97.
    Tudo é questão de tempo, paciência, dinheiro e muito trabalho, e eu acho que vale a pena apostar, sabendo do peso desta parceria.

  12. Carlos H. Silva disse:

    Amigo:

    Gosto muito dos japoneses, por quem sempre tive respeito e admiração. Sou praticante de judô e aiquidô e me identifico muito com a filosofia das artes marciais nipônicas. Mostro-me, outrossim, um amante da culinária e, sobretudo, da tecnologia do Japão.

    Gosto de ler matérias sobre os carros híbridos, elétricos e movidos a hidrogênio da Toyota, Honda, Mitsubishi, Nissan etc. Desnecessário dizer que a Terra dos Samurais se destaca, costumeiramente, no ranking da Organização Mundial da Propriedade Intelectual, bem como no Programa Internacional de Avaliação de Alunos.

    Empresas como Sony, Hitachi, Toshiba, Panasonic, Komatsu, Mizuno, Seiko, Citizen, Yakult, Shiseido, Pentel, Pilot, Nikon, Fujifilm, Ajinomoto, Yaskawa, Makita, Fujitsu, NEC, Canon, Epson, ASICS, Takeda etc. se tornaram renomadas mundialmente. E lembrar que o Japão é um pequeno arquipélago, pobre em recursos naturais, que sofre com terremotos, maremotos, chuvaradas, nevascas, tufões, vulcões, falta de espaço etc. Não se pode olvidar, também, das duas bombas atômicas, na II Guerra Mundial.

    Por tudo isso, eu confio nos profissionais da Honda. Os nipônicos são laboriosos e meticulosos. Percebo que, apesar das dificuldades iniciais a Mclaren e a Honda se mantém seriíssimas no propósito de fazer a parceria render bons resultados doravante.

    Como é excelente este blog! Parabéns!

  13. Caio Blanco disse:

    Boa tarde! Tenho ascendência espanhola e, portanto, fanático pelo Fernando Alonso. A meu sentir, ele é, presentemente, o melhor piloto da Fórmula 1, mas, por hora, não tem carro competitivo.
    Torço pela Mclaren como se ela fosse um time de futebol. A minha simpatia pela equipe de Woking se deve ao fato do Ayrton Senna ter conquistado três títulos mundiais com ela.
    Fiquei muito feliz com o regresso da Honda, pois é muito importante para a F-1, que uma montadora dessa envergadura volte a investir na principal categoria do esporte a motor. Gosto da referida competição com muitas marcas. Que bom seria se a Ford, a BMW, a Peugeot, a Toyota etc também voltassem.
    Pelo que venho lendo, a Honda desenhou uma usina de força compacta, pequena e dispôs as demais tecnologias (MGUK etc.) de modo distinto das soluções adotadas por suas rivais. Sem falar que a japonesa esteve fora da F-1 por sete anos e, portanto, encontrava-se desatualizada. Ela está, indubitavelmente, pagando pela juventude e ousadia do seu projeto inovador.
    A Renault, a Ferrari e a Mercedes, por outro lado, apresentam uma temporada de experiência (2014) com as sua unidades de potência V6 Turbo, diferentemente da fabricante nipônica. Para piorar, a Honda só tem uma parceira que é a Mclaren. A empresa alemã tem quatro, a francesa duas e a italiana, três. Em 2015, aliás, a Ferrari terá a ianque Haas como cliente. O grupo japonês, destarte, tem menos unidades motrizes para avaliar a performance, o desempenho das mesmas.
    Mas o povo do Japão costuma tirar leite de pedra. Basta ler o texto do Carlos H. Silva. O projeto da Honda é, como dito exaustivamente por alguns comentaristas, para médio/longo prazo. Mas vai dar certo (espero!)! Valeu!

  14. Bruno Mansur disse:

    Para quem não aguenta mais ouvir os hinos alemão e britânico nos finais de semana, é bom ficar na torcida pela montadora japonesa Honda. Ao menos, a Mclaren tem dois pilotos ex-campeões mundiais, que podem dar mais alegrias aos telespectadores, se tiverem carros confiáveis e fortes. BUTTON e ALONSO têm experiência para auxiliar a Honda a desenvolver a sua usina de força.

  15. Jorge Peixoto de Almeida - Niterói (RJ) disse:

    Causa-me estarrecimento a conduta de algumas pessoas – incluindo-se jornalistas – ao desrespeitarem a história da Honda. Obviamente, o momento da empresa nipônica na F-1 é constrangedor, mas é possível tecer criticas sem insultar, sem debochar da pessoa jurídica, que tem a chamada honra objetiva (conceito jurídico). Trata-se de uma montadora com muitas conquistas em categorias como Fórmula Indy, Moto GP e Fórmula 1.
    Digo o mesmo em se tratando da francesa Renault e, nesse caso, as censuras ásperas vem, mormente, de sua parceira austríaca Red Bull. Respeito é indicativo, sobretudo, de inteligência, coisa que tem faltado a muitos, nos dias de hoje. Infelizmente!
    No caso do fabricante nipônico, o pequeno número de fichas de atualização intimida, decerto, a “queima” delas. A Honda tinha tão somente nove e, agora, possui sete. As suas rivais apresentavam trinta e duas, no início da temporada. Sou favorável a liberar o desenvolvimento das unidades de potência, em nome de uma maior competitividade.

    É o que me cabia relatar.

  16. VICENTE BARROSO disse:

    O meu primo trabalhou no Japão como decasségui e me passou diversos relatos sobre o país. Ele falou que os japoneses são viciados em labor e não brincam em serviço. Mesmo na Copa do Mundo de futebol do Japão e da Coreia do Sul, em 2002, eles trabalharam normalmente, nos dias em que a seleção local estava em campo. Aposto que, nesse exato momento, os engenheiros da Honda estão tentando resolver os problemas da sua unidade de potência. Amanhã, no domingo, idem.

  17. Leandro Ferreira Torres disse:

    Mas cadê o artigo do ótimo jornalista José Inácio citando, pormenorizadamente, os problemas da Mclaren e da Honda?

    Quem estiver satisfeito com essa Formula One monótona, não deve depositar esperanças no projeto da Mclaren-Honda. Quem, como eu, quer vários pegas entre Lewis, Valtteri, Fernando, Felipes, Jenson, Nicos, venezuelano tresloucado etc. tem que crer na recuperação não só da Honda, mas, também, da Renault. Depois não se pode resmungar que a Formula One está insossa e perdendo, ano após ano, audiência.

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