2 pilotos, 14 títulos

14 tiítulosNessa foto vemos o hoje sumido Michael Schumacher, heptacampeão da Fórmula 1 (94/95/00/01/02/03/04) Ao seu lado, trocando capacetes, temos o igualmente heptacampeão da MotoGP Valentino Rossi (01/02/03/04/05/08/09), ainda em atividade e vencendo corridas.

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Juntos eles conquistaram 14 títulos mundiais em suas categorias máximas e por coincidência cada um conquistou 2 títulos numa equipe e mais 5 em outra. Ironicamente essa foto histórica da visita do veterano das quatro rodas aos boxes do veterano das duas em 2012, mostra o alemão e o italiano justamente com as roupas das equipes pelas quais não conseguiram reeditar seus melhores dias, Mercedes e Ducati respectivamente.

Rossi hoje lidera o mundial da MotoGP por 10 pontos e tenta seu 8º título e venceu sua mais recente corrida, na Holanda. De Schumacher sabemos muito pouco e nunca mais foi visto desde o trágico acidente de esqui nos alpes franceses que o deixou extremamente limitado neurologicamente ao fim de 2013…

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2 respostas para 2 pilotos, 14 títulos

  1. Felipe disse:

    Mas não podemos esquecer , que provavelmente o sucesso da Mercedes hoje, deve se dar ao fato de toda ajuda e experiência do heptacampeão.

    • Marcelo disse:

      Também concordo Felipe, querendo ou não Schumacher e Ross Brawn ajudaram a organizar a base time, outro detalhe, em nenhum momento Schumacher ficou fazendo mimimi na mídia atacando o time ou companheiro de equipe. O alemão foi um bom perdedor, sempre destacando o talento de Rosberg. Fato, o veterano alemão não afundou a Mercede em crises. Alonso em 2013 se ofereceu a RBR, desceu a lenha na Ferrari na mídia. Em 2014 o time italiano pouco se esforçou e os resultados foram bem fracos. Não tinha mais ambiente para Alonso e Ferrari trabalhar juntos.

      Bom lembrar, a Mercedes começou de forma tímida nos primeiros anos, Schumacher se impressionou com a estrutura inferior que ele encontrou no time alemão. Que me lembre, acho que a Mercedes sequer tinha túnel de vento e simulador de corridas nos primeiros anos. O investimento pesado veio a partir de 2013, destacar também que a Mercedes se favoreceu de informações sobre o regulamento 2014 sobre as “unidades de potência”, então os resultados começaram aparecer. Em uma época em que treinar era proibido(fora o congelamento de motores), não tinha como Hamilton e Rosberg desenvolver o carro e dar o salto que deu entre 2012 e 2013. A mãozinha amiga foi bem vinda, a Mercedes não ia ficar acumulando fracassos, ou começava vencer ou pulava fora como equipe.

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