Todos os carros da Williams

Esses são todos os carros da equipe Williams desde 1974. Na verdade até 1977 a equipe corria com chassis comprados de outras equipes, rebatizando-os com sua nomenclatura “FW” e só a partir de 1978 a equipe passou a projetar e construir de fato seus carros, sob o comando de Frank e do seu projetista e sócio Patrick Head.

Curta nossa página no FACEBOOK e siga-me no TWITTER:@inacioF1TODOS williamsVocê vai reparar também que há alguns modelos que foram utilizados por mais de um ano, alguns deles com pequenas modificações que geraram as versões “B”, caso dos modelos 78/79, 80/81, 86/87, 89/90 e por fim a 91/92. Um carro, entretanto, teve mais de uma versão numa mesma temporada, o de 1994 com o FW16 e o FW16B pilotados por Senna, Hill, Mansell e Coulthard.

Os modelos marcados com a bolinha verde ao lado do nome são aqueles que tiveram pilotos brasileiros como titulares ao menos uma etapa da temporada ou nela toda, casos de Nelson Piquet (1986/87), Ayrton Senna (1994), Antonio Pizzonia (2004/05), Rubens Barrichello (2010/11), Bruno Senna (2012) e atualmente Felipe Massa (2014/15). Clique na imagem para ampliá-la!

Anúncios
Esse post foi publicado em Uncategorized. Bookmark o link permanente.

3 respostas para Todos os carros da Williams

  1. Renato Breder disse:

    Xi!! Acho que ficou longo o comentário… Mas, vamos lá!

    A rigor, Williams apenas a partir de 1978, como você mesmo disse (e o próprio Frank Williams admite!).

    Antes disso existia a equipe “Frank Williams Racing Cars” (FWRC), que começou a disputar os GPs da F1 em 1969 com um chassis Brabham BT26A pilotado por Piers Courage.

    No ano seguinte, ‘Tio Frank’ foi de chassis De Tomaso 505, também com Courage como piloto do time. O piloto teve uma morte horrível em Zandvoort. Foi substituído por Brian Redman e depois
    Tim Schenken.

    Em 1971 e 1972, a ‘FWRC’ foi de March (701 e 711 em 1971 e 711 e 721 em 1972), com Henri Pescarolo como piloto principal. Derek Bell, Jean Max (ou Max Jean?) também pilotaram para Frank em 1971. Em 1972 o time passou a ter um segundo piloto: José Carlos Pace. E nesse mesmo ano, no GP da Grã-Bretanha, a equipe tentou/estreou/testou um novo chassis, de fabricação própria, o Politoys FX3, o embrião da ‘dinastia’ futura da equipe. E ainda: nesse ano o nome da equipe mudou para ‘Team Williams Motul’, mas ainda era a mesma ‘FWRC’.

    Em 1973, em cooperação com a ISO-Rivolta, e patrocinado pela Phillip Morris, Frank Williams passou a utilizar os chassis Iso-Marlboro (FX3B, um Politoys modificado e os IR 01 e 02). Howden Ganley foi o piloto a disputar todos os GPs pela equipe. No segundo carro da equipe, uma multidão de pilotos: Nanni Galli, Jackie Pretorius, Tom Belso, Henri Pescarolo, Graham McRae, Gijs van Lennep, Tim Schenken e Jacky Ickx (depois de sair da Ferrari!).

    Em 1974, ainda com os chassis Iso-Marlboro, a ‘FWRC’ passou a utilizar as iniciais do dono (FW) para designar os modelos dos carros. Assim, os chassis do ano anterior foram renomeados de IR para FW. O primeiro chassis da ‘FWRC’ a ser produzido sob a nova designação foi o FW03. Nesse ano, de novo, vários pilotos conduziram os carros da equipe. Dessa vez, coube a Arturo Merzario o privilégio de pilotar em todos os GPs para o time. Além dele, Tom Belso, Gijs van Lennep, Richard Robarts, Jean-Pierre Jabouille e Jacques Laffite.

    Para 1975, a ‘FWRC’ mudou o nome dos chassis para ‘Williams’. Manteve os modelos anteriores FW02, FW03 e lançou seu primeiro chassis com o novo nome, o FW04 (no GP da Espanha). Os pilotos principais da equipe foram Arturo Merzario e Jacques Laffite. Também deram as caras nos cockpits de ‘Tio Frank’: Tom Belso, Damien Magee, Ian Scheckter, François Migault, Jean-Pierre Jabouille, Ian Ashley, Jo Vonlanthen, Renzo Zorzi e Lella Lombardi.

    No final de 1975 Frank Williams se associou a Walter Wolf. Para a temporada de 1976, a equipe começou com o mesmo nome e começaria com os mesmos chassis. Mas o agora sócio majoritário, Wolf, recusou o FW04 e comprou alguns chassis Hesketh 308C, deu uma ajeitada neles, pintou de azul escuríssimo e dourado e passou a usá-los. A partir do GP da Espanha, o time mudou de nome para ‘Walter Wolf Racing’ e os carros da equipe ganharam novo nome: os Heskeths 308C comprados e alterados passaram a ser conhecidos como Wolf-Williams FW05. Mas eles não tinham nada de Williams e nem Frank Williams tinha mais poder de decisão na equipe.

    Em 1977, após o GP da Argentina, a parceria Walter-Frank tinha terminado e Frank Williams partiu para a criação da ‘Williams Grand Prix Engineering’, junto com o engenheiro Patrick Head. Para não ficar totalmente de fora do circo da F1, Frank comprou um chassis March 761 e contratou o belga Patrick Nève como piloto para a temporada 1977 (a partir apenas da quinta etapa na Espanha).

    O resto da história é muito menos tumultuada e muito mais vitoriosa e conhecida.

    E… desculpe-me, mas os dois primeiros desenhos estão trocados: o branco é o FW04 (ou até 02 e 03) de 1975 e o segundo é o IR01 ou IR02, de 1973-74…

    um abraço!,

  2. Anônimo disse:

    Interessante ver que o icônico azul não fazia parte da equipe no início.
    Aparentemente surgiu com o patrocínio da Mobil em 1985 e depois permaneceu mesmo com outros patrocinadores (à exceção dos deprimentes anos vermelhos).

    As Williams mais bonitas pra mim estão também entre os carros mais bonitos da F1 em todos os tempos.
    O FW14/14b de 1991 e 1992, o “carro mágico” E depois o FW17, de 1995, que era tão bonito quanto o de 1994, mas com o bico alto, que virou “padrão” naqueles anos.

    JOSÉ INÁCIO: o “clique para ampliar” não tá funcionando! Em vários posts eu percebo isso já!

  3. Marcos Oliveira disse:

    Interessante ver que o icônico azul não fazia parte da equipe no início.
    Aparentemente surgiu com o patrocínio da Mobil em 1985 e depois permaneceu mesmo com outros patrocinadores (à exceção dos deprimentes anos vermelhos).

    As Williams mais bonitas pra mim estão também entre os carros mais bonitos da F1 em todos os tempos.
    O FW14/14b de 1991 e 1992, o “carro mágico” E depois o FW17, de 1995, que era tão bonito quanto o de 1994, mas com o bico alto, que virou “padrão” naqueles anos.

    JOSÉ INÁCIO: o “clique para ampliar” não tá funcionando! Em vários posts eu percebo isso já!

Deixe seu comentário!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s