Audi na F1 e a dança das cadeiras nas equipes médias

F5

O ingresso da Audi na Fórmula 1 e os nomes de Jenson Button, Romain Grosjean, Kevin Magnussen, Stefan Vandoorne, Sérgio Perez, Pascal Wehrlein, Esteban Gutierrez, Joylon Palmer e até Fernando Alonso envolvidos no troca-troca de equipes de meio de pelotão para trás no mercado de rumores pós GP de Singapura.

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Sobre a entrada da Audi na Fórmula 1, parece que está mesmo se encaminhando para isso ocorrer, mas se a negociação avança, os motores alemães só devem estrear nas pistas em 2018, com a Red Bull deixando de ser equipe e passando a ser apenas patrocinador principal, mas com os motores Ferrari sendo utilizados nos próximos 2 anos enquanto a turma de Ingolstadt aperfeiçoa seus propulsores para evitar uma estreia desastrosa como vemos atualmente em outra equipe famosa do grid…

Sobre o mercado de pilotos, fortes rumores indicam que Jenson Button pode anunciar já em Suzuka, nessa semana, que essa será sua última temporada na Fórmula 1. Em isso ocorrendo, devemos ter o virtual campeão da GP2 desse ano Stefan Vandoorne assumindo seu lugar.

No resto do grid haveria mais mudanças: Romain Grosjean deve mesmo se mudar para a estreante Haas, ao lado do mexicano Esteban Gutierrez, igualmente não confirmado mas muito cotado para fechar com os americanos.

Outra notícia que agitou o paddock foi a confirmação de Pastor Maldonado na Lotus (Renault) em 2016. Sua confirmação não causa estranheza, já que seus patrocínio milionário pesa muito em qualquer orçamento, mas o fato do dono da segunda vaga não ter sido anunciada indica que há uma disputa por ela, possivelmente entre o atual reserva Joylon Palmer e outro mexicano, Sergio Perez e seus valiosos patrocínios locais poderiam ser um forte candidato, mas primeiro ele quer saber se de fato o carro do ano que vem será melhor que o dos indianos e evitar uma cilada como a que essa mesma equipe foi em 2014. Esteban Ocon e sobretudo Jean-Eric Vergne também tentam sua sorte na Lotus/Renault.

Caso Perez realmente saia da Force Índia, Kevin Magnussen seria um candidato a substituí-lo, mas ele precisaria conseguir patrocínios, algo que aparentemente não conseguiu para se cacifar melhor na disputa com Button pela vaga desse ano. Se ele não for para lá Pascal Wehrlein, protegido da Mercedes poderia desembarcar na equipe, com um conveniente desconto nos motores Mercedes que usam, isso se o novato não for para a Manor, que se encaminha mesmo para usar os motores da estrela prateada a partir do ano que vem.

Por fim falou-se também na possibilidade de Fernando Alonso ir para a Red Bull caso o negócio com a Audi saia do papel, lembrando que ele tem boa relação com Stefano Domenicali que trabalha na marca das 4 argolas justamente no projeto que muitos crêem ser do motor de Fórmula 1. Tudo muito interessante, mas eu não creio que isso ocorra, pois o espanhol tem contrato de 3 anos com a McLaren e a Red Bull tem ótimos pilotos à disposição por uma fração do salário de Alonso.

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11 respostas para Audi na F1 e a dança das cadeiras nas equipes médias

  1. Douglas Kaucz disse:

    Seria interessante essas mudanças, seria interessante ver mais uns rostos novos, e uns antigos tendo novos desafios pela frente com outras equipes.

  2. Junior disse:

    Acho que esse negócio da Audi subiu no telhado depois do escândalo do software de emissão de poluentes da VW nos EUA. As ações caíram 20% e vem por aí um mega recall/multa. A VW pode até falir depois dessa.

  3. resenhaforense disse:

    Quero ver o Alonso com o carro bom denovo. É triste ver o cara numa carroça.

  4. Anônimo disse:

    Não tem nenhuma possibilidade de mais um brasileiro ano que vem na F1??

  5. Anchor disse:

    A Lotus com seus realeses bem humorados podia confirmar a presença da PVDSA para o ano que vem e o contrapeso que vem junto…

  6. Lucas Christ disse:

    Será que a Manor terá um carro minimamente combativo na próxima temporada?

  7. Marcos Oliveira disse:

    José Inácio,
    O primeiro nome do belga voador é STOFFEL, não Stefan!
    É trava-língua, mas é isso! =D

  8. Marcelo Abreu disse:

    Olha, penso diferente. Acho que Alonso e RBR podem fechar sim.

    Esse espanhol é uma raposa, duvido que ele ao fechar com a McLaren não pensou num plano B.

    Domenicalli foi mandado embora e Alonso sempre foi muito elogiado e querido por ele. Não interessa o que a RBR pensa sobre pilotos. Ricciardo (menos) e Kyviat que ponham as barbas de molho. Se a equipe for vendida o novo dono não tem obrigação nenhuma de ficar com ninguém, nem a RBR tem o direito de opinar nisso.

    Outra coisa, o dono da RBR não vai querer pagar essa conta sozinho e já estaria atrás de Alonso por conta do aporte do Santander.

    http://f1team.leiaja.com/red-bull-teria-interesse-em-contratar-alonso-para-a-temporada-de-2016-diz-revista/

  9. Fernando Fávero disse:

    Não sei até onde o patrocínio do “Maldanado” é bom… Mesmo que traga muito dinheiro, aposto que a equipe acaba gastando mais repondo peças e chassis todas as vezes que ele bate o carro… Sei não…

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