Análise “equipe-por-equipe” do GP de Abu Dhabi

E num sem sal GP de Abu Dhabi – apesar das tentativas da transmissão oficial em tentar exaltar os brilharecos – terminou o campeonato 2015 da Fórmula 1. A análise do campeonato em si virá mais pra frente, agora vamos nos ater à corrida de encerramento, que não foi uma das melhores de um ano que também não foi dos melhores e que teve a vitória de Nico Rosberg.

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MERCEDES: Mais uma corrida fácil para a dupla prateada, onde também mais uma vez, quem larga na pole fica na ponta até o final se não errar, mostrando que ou Rosberg melhorou muito (tarde demais), ou Hamilton não estava realmente motivado a tentar passá-lo. De toda forma não ver uma disputa entre os dois na pista foi a tônica nesse fim modorrento de campeonato previsível.

FERRARI: Definitivamente foi a segunda força na corrida, também não sendo ameaçada por mais ninguém, embora também não conseguindo chegar nas Mercedes. Kimi fez a corrida dele e apesar do vacilo italiano no pit-stop chegou ao pódio, algo que não acontecia desde Singapura. Vettel fez uma belíssima recuperação saindo do 16º lugar e chegando em 4º, numa corrida sem erros.

FORCE ÍNDIA: Provavelmente a terceira força nessa corrida, a dupla Perez e Hulkenberg foi bem, especialmente o mexicano que só chegou atrás dos carros previsivelmente mais rápidos. O alemão foi bem, mas não mostrou o mesmo brilho que seu companheiro e apesar da boa largada acabou superado por Ricciardo.

RED BULL: A sina da equipe se repetiu com eles ficando para trás nas retas e sendo superiores na parte mais travada do circuito. Ricciardo ainda conseguiu um bom 6º lugar chegando a alcançar Perez nas voltas finais. Kvyat foi bastante combativo, mas depois de intensa batalha perdeu a disputa para Felipe Massa e Grosjean, este com pneus bem mais novos no final.

WILLIAMS: A equipe decepcionou. Não mostrou grande ritmo e velocidade por todo o final de semana, classificando e chegando em posições medianas, superados pelas duas Force Índia e ainda penando para ultrapassar carros com os fracos motores Renault, mostrando que o desenvolvimento do FW37 ficou devendo nesse fim de ano. O trabalho de box continua digno de pena para uma equipe que tem pretensões de voltar a ser grande, sempre perdendo pelo menos 1 segundo para a concorrência, isso quando não solta seu piloto para bater em outro (Bottas), arruinando sua corrida.

LOTUS: Com Maldonado tirado de combate logo no começo da corrida por Alonso, coube à Grosjean o papel de tentar pontuar, e conseguiu! Com os 2 pontos de hoje e má forma dos carros da Toro Rosso a equipe garantiu o 6º lugar na tabela de pontos, lembrando que com a expectativa da Renault reassumir a equipe os atuais donos dela não investem na evolução do carro há meses, o que explica a perda de rendimento deles.

TORO ROSSO: Nessa corrida seus dois pilotos não conseguiram fazer milagres, Mas Sainz mostrou-se melhor que Verstappen, algo que não ocorria faz muito tempo. O jovem holandês foi punido com o acréscimo de 5 segundos por cortar uma curva numa disputa com Button mas isso não interferiu grande coisa em seu resultado final, o que o prejudicou sim foi uma bela travada que deu com seus pneus dianteiros que o obrigou a uma parada a mais.

McLAREN: Button, quem diria, superou as duas Sauber na pista e ainda ficou à frente de uma Williams – circunstancialmente, é verdade – e uma Toro Rosso, tudo sem problemas! Alonso se enroscou com Nasr e Maldonado na primeira curva e assim despencou, comprometendo sua corrida, mas sua volta mais rápida mostra que ele poderia ter alcançado uma posição um pouco mais interessante dentro do pífio contexto em que a equipe se encontra.

SAUBER: Realmente o time ficou bem para trás no desenvolvimento de seu carro e na corrida isso ficou evidente. Nasr ficou espremido entre Alonso e Vettel na primeira curva e com isso acabou perdendo parte da asa dianteira que tirou seu ritmo nas primeira voltas e ainda o obrigou a parar antes do que queria. Depois só pode correr atrás do prejuízo, mas Ericsson o superou no final.

MANOR: Mais do mesmo: figuração.

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