Balanço de fim de ano – PARTE 4 – Mercedes e Ferrari

Encerrando o nosso “balanço equipe-por-equipe” de fim de ano, analisaremos por fim as campanhas da primeira e segunda colocadas na tabela de construtores da Fórmula 1 desse ano. E vamos a elas!

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mercMERCEDES: Definitivamente foi a melhor equipe do ano, aproveitando-se sobretudo da superioridade do seu motor e total sinergia entre ele e o chassis, criados em total harmonia com plenos recursos financeiros, o que não foi o caso de suas clientes, que tiveram que adaptar seus carro ao motor e não criar os dois juntos com total liberdade de mudanças. Ainda ficamos com a impressão que o carro tinha certa folga para mais velocidade, se fosse necessário, mas como não foi, fica apenas a impressão. O ano foi de tranquilidade para a equipe sob o ponto de vista técnico, com exceção do GP de Singapura onde a estreia de um novo tipo de suspensão aliado ao tipo de piso os colocou atrás da Ferrari em competitividade, mas logo se recuperaram. Aliás, muitos, inclusive Hamilton, apontam que essa nova suspensão seria um dos fatores que possibilitaram à Rosberg uma reação impressionante nas corridas finais, mas como sempre tem sido com o alemão, foi muito pouco e tarde demais. Como campo dos pilotos o clima entre o mais rápido Lewis Hamilton e o inicialmente apático Nico Rosberg foi longe do melhor, mas também não gerou embates memoráveis como gostaríamos. O fim da gestação de alto risco alto da esposa do alemão e o episódio do boné também teriam contribuído para a tardia motivação dele. Vamos ver se isso, a tal nova suspensão e o estilo de vida popstar de Hamilton garantirão um bom pega em 2016.

vetKimFERRARI: Os italianos deram um belo salto qualitativo de 2014 para 2015, melhorando o chassis e sobretudo o motor para a temporada em que foram vice-campeões. Logo no começo do ano ficou claro que seriam a segunda força na pista, sendo menos incomodados pela terceira equipe (Williams) do que o esperado, mérito sobretudo de uma nova gestão da equipe que repensou prioridades e manteve o ritmo – e a eficiência – do desenvolvimento do carro num patamar dos mais impressionantes, com alguns raros tropeços nas pranchetas ou nas pistas. O clima interno na equipe também evoluiu muito com a saída de Fernando Alonso e a chegada de seu motivador substituto, Sebastian Vettel, que vestiu a camisa da scuderia com grande facilidade, conquistando-os e na pista sobrou sobre Kimi Raikkonen, que ainda teve certa sorte em arrancar uma renovação de contrato depois de mais um ano decepcionante ao volante, onde errou muito, bateu mais do que deveria e quando não fazia besteiras frequentemente era superado por Sebastian no cronômetro, maculando sua carreira de grandes conquistas com o recorrente fantasma da falta de motivação.

E assim fechamos o balanço dessa temporada de 2015, esperando ansiosamente pelos carros novos de 2016 e que eles proporcionem uma temporada mais interessante e disputada nas pistas, sem tantas polêmicas e brigas no campo da política de bastidores, que tanto nos chatearam durante o ano que terminou.

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