Análise da classificação do GP da Austrália

Uma breve análise da classificação do GP da Austrália de Fórmula 1, abordando as primeiras impressões do quadro geral de competitividade entre as equipes e do novo formato da classificação. Assistam, opinem e divulgue! Ah, a camisa vermelha é só uma camisa vermelha, não me metam em disputas políticas!

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As reais cores da Renault

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A equipe Renault divulgou hoje as cores definitivas de seus carros para a temporada 2016 da Fórmula 1. Volta o amarelo forte (na verdade mais um tom de mostarda Dijon) com algumas partes pretas. Eles também vão estrear no GP da Austrália, nesse fim de semana, uma nova versão de motor mais potente, o que é boa notícia. Eu achei bonito o novo visual e você?

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Assista a “TV Corrida 11/03/2016 – “Chile Edition”” no YouTube

Aqui vai o TV Corrida “Chile Edition” de 11/03/2016 falando bastante de Fórmula 1, Stock-Car e da Fórmula Indy que estreia nesse fim de semana:

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Análise da pré temporada 2016 – Parte 2

Gravei ontem uma breve análise dos resultados finais dos 8 dias de testes da  pré temporada da Fórmula 1 2016, tendo como base o número de voltas, declarações de pilotos e dirigentes além de comentários de bastidores e até os tempos de voltas – algo menos importante nessa fase inicial de desenvolvimento, pois nunca sabemos exatamente as condições em que cada piloto registrou sua volta. Vejam o opinem para que o próximo vídeo seja melhor!

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Breve análise da pré temporada 2016 – Parte 1

Gravei ontem uma breve análise inicial dos resultados dos primeiros 4 dias de testes da Fórmula 1 2016, tendo como base o número de voltas, declarações de pilotos e dirigentes além de comentários de bastidores e até os tempos de voltas – menos importantes nessa fase inicial de desenvolvimento. Vejam o opinem!

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Motores 2016 da Fórmula 1 perto dos 1000 cavalos

motorUma análise interessante foi divulgada pelo editor do setor de Fórmula 1 da BBC, Andrew Benson em relação à potência dos motores 2016 da categoria.

Segundo essas informações, todos os novos propulsores tiveram ganhos significativos de potência ao longo dos últimos meses, de forma a iniciar a temporada num patamar mais interessante para suas equipes. Ocorre que, naturalmente, algumas fabricantes conseguiram evoluir mais que outras e cada uma partiu de patamares diferentes e com potenciais evolutivos igualmente distintos de forma que os números estimados dos ganhos os aproximaram.

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O normalmente bem informado Benson calcula que em 2015 os motores (a combustão somados aos elétricos) tinham aproximadamente essas potências: 

Mercedes 900 cv
Ferrari 885 cv
Honda 820 cv
Renault 820 cv

Ao longo da parte final do ano passado e mesmo no início desse centenas de engenheiros de cada fabricante retrabalharam suas unidades e esses valores foram incrementados e agora apresentariam números próximos a esses:

Mercedes  900 + 50 = 950cv
Ferrari 885 + 45 = 930cv
Renault 820 + 80 = 900cv
Honda 820 +30 = 850

Mas há alguns detalhes importantes: Ano passado motor japonês além da pouca confiabilidade e potência tinha problemas severos para dispor da potência do ERS e KERS e assim não contava com os 160 cavalos como seus rivais, uma realidade que já foi corrigida segundo declarações de Jenson Button após a primeira sessão de testes, então o deficit de cerca de 240 cavalos para os Mercedes foi reduzido para 100, uma grande melhora mas que ainda significa uma diferença grande de potência, mas esse valor e as quebras mecânicas que voltaram a assombrá-los, podem diminuir com uma nova versão de motor a estrear já nos testes da semana que vem e nas demais evoluções esperadas para o GP da Austrália e o resto da temporada.

O avanço da Renault também chama atenção, pois de acordo com esses números, foi a que mais ganhou potência para essa pré-temporada. Destaco por fim que Ferrari e sobretudo Mercedes estão próximas da marca dos 1000 cavalos de potência, algo que poderia ser alcançado ao longo das 4 evoluções previstas por cada fabricante para esse campeonato (nas 4 oportunidade de trocar de motor que o regulamento permite) ou mais certamente para 2017, quando as restrições de desenvolvimento desses motores não valerão mais.
Então mesmo com a Mercedes já despontando como favorita para o título desse ano, as coisas podem ser interessantes no resto do grid!

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Começam os testes da Fórmula 1

Hoje começaram os testes coletivos da Fórmula 1, um período extremamente importante e particularmente curto nessa pré-temporada, já que serão apenas 2 sessões de 4 dias cada, muito pouco tempo, portanto.

Com isso em mente, o lema é aproveitar ao máximo o tempo de pista para corrigir eventuais problemas menores até o início da temporada, de forma que todas as equipes à excessão da Sauber, trouxeram seus novos carros para coletar dados. Aliás, os novos carros equipados com novos escapamentos que permitem maior emissão de barulho não chocaram os presentes nesse quesito. Segundo os presentes o som dos carros só aumentou 10 ou 12%.

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Dos carros que vi nas fotos a nova Manor chama atenção por seu bico alongado, mais até do que os que a Ferrari e McLaren usaram ao menos em parte do ano passado. Os outros todos seguem a filosofia dos bicos curtos com aquele “dente” no meio. Os tempos de pista ainda tem pouca importância, pois não sabemos que condições de pneus estão usando, nem quanto combustível carregam nem a configuração de motor, o que pode gerar grandes diferenças no cronômetro, especialmente nos primeiros dias onde o foco é no entendimento e durabilidade dos carros.

E nesse quesito durabilidade a Mercedes continua sobrando até agora, anotando mais voltas que a concorrência. Na rabeira desse quesito estão as pequenas Haas, que teve problemas com sua asa dianteira e a Manor, seguida da reestruturada Lotus.
Mesmo a McLaren rodou um número razoável de voltas até agora com seu motor 2016 “versão 1”. No próximo teste virão com outro, a “versão 2” e na Austrália a “versão 3”, com esperadas melhorias de desempenho a cada mudança. Os testes seguem até o fim do dia na Espanha.

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Williams 2016 – análise inicial

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Hoje a Williams divulgou duas imagens do seu novo carro de 2016, o FW38, com o qual Felipe Massa e Valtteri Bottas vão tentar, uma vez mais, devolver a Williams ao seleto clube das equipes que vencem GP´s, algo que não ocorre desde o circunstancial triunfo no GP da Espanha de 2012.

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Essa missão não é nada fácil, pois seus concorrentes diretos tem mais do que o dobro do seu orçamento para produzir seus carros, mas isso não os impede de explorar suas próprias possibilidades de acerto. Nesse campo, uma das principais novidades que se visualiza nas duas únicas fotos disponíveis, é na nova geometria da suspensão dianteira, menos radical e inclinada que a vista em 2015 e que seria – junto com o pouco apoio aerodinâmico na traseira, um dos fatores que dificultava a vida da equipe em pistas mais lentas.

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Apertando bem os olhos podemos ver outras diferenças nas laterais do assoalho, nas entradas de ar laterais, agora mais arredondadas e com a parte inferior mais elevada e por fim na traseira do carro, que segue compacte mas foi reprojetada num conceito mais semelhantes ao do modelo campeão da rival Mercedes, quem sabe em busca da redução de arrasto aerodinâmico, um grande trunfo do carro branco e azul em 2014 – que lhes dava a melhor velocidade em reta do grid – mas que não se repetiu em 2015, sem que essa perda tenha sido compensada por alguma melhora em outro campo.

De toda a forma tenho grande convicção que ainda veremos várias outras novidades nesse carro até o GP da Austrália, como por exemplo no bico e asa dianteira, que são exatamente os mesmos do modelo do ano passado e que devem mudar um pouco para algo mais parecido com o que a Ferrari mostrou esse hoje e a Red Bull e Toro Rosso usaram em 2015 e que deve se tornar um feio padrão no grid dessa temporada.

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