20 títulos numa foto

Temos aqui a foto da largada do GP da Bélgica de 1991. Por apenas 4 corridas naquele ano, tivemos a presença simultânea de 6 pilotos em situações bastante distintas de suas carreiras, mas que juntos amealhariam 20 títulos mundiais ao longo de suas passagens pela categoria.

Consegue adivinhar quais os carros de cada um deles nessa imagem acima? Pra facilitar, vamos aos nomes conforme eles aparecem após a largada:

3 – Ayrton Senna, na McLaren, no ano do seu tricampeonato.
4 – Alain Prost, no ano que seria demitido da Ferrari.
1 – Nigel Mansell, na Williams, um ano antes do seu título.
7 – Michael Schumacher, na sua corrida de estreia.
3 – Nelson Piquet, na Benetton no seu ano de despedida.
2 – Mika Hakkinen, no seu ano de estreia pela Lotus lá atrás.


DE 12 MOTORES PARA 3: O IMPASSE DA FÓRMULA 1

SEM SER AVISADO, STROLL QUASE ATROPELA FISCAIS NA PISTA

ANÁLISE “EQUIPE-POR-EQUIPE” DO GP DA EMILIA ROMANA (íMOLA)

VEJA TODOS OS 12 CAPACETES QUE JÁ HOMENAGEARAM SENNA


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De 12 motores para apenas 3: o impasse da Fórmula 1

Folheando meu anuário de Fórmula 1 de 1991 do grande Francisco Santos, topo com essa bela imagem acima, de 10 dos 12 diferentes modelos de motores disponíveis naquela temporada, que ainda tinha 18 equipes tentando correr e disputando as famosas pré-classificações, para que “apenas” os 30 carros mais rápidos disputassem os treinos e a classificação, onde uma segunda peneira deixaria apenas os 26 melhores largando para a corrida.

Naquele ano tínhamos os motores 3,5L aspirados em formato V8 (Ford e Judd), V10 (Renault, Honda, Ilmor e outro modelo da Judd) e V12 (Ferrari, Lamborghini, Yamaha, Porsche e outro modelo da Honda), sendo que entre os Ford haviam os preparados pela Cosworth e os preparados por Brian Hart, estes tidos como os melhores V8 do grid.

Eram 12 diferentes motores! Agora em 2022 com a saída da Honda teremos apenas 3 opções, como já foi em 2014. Porque? Porque os motores atuais são muito complexos e caros e toda essa complicada eletrificação traz proporcionalmente pouco impacto para os tempos de volta dos carros. Eu explico:

O atual sistema de KERS + ERS permite o acréscimo de 160 cavalos de potência por cerca de 30 segundos por volta. Considerando o tempo de volta médio num circuito de F1 atual e que o motor turbo atual tenha em média 800 cavalos, temos essa potência elétrica a mais influenciando aproximadamente em apenas 10% no resultado de cada volta.

São muitos milhões de dólares gastos numa tecnologia muito específica e congelada pela FIA em 2014, com muito pouco resultado prático ou impacto no mundo real, onde a eletrificação avança rápido a cada ano, tornando esse modelo da Fórmula 1 limitado, pouco eficiente e à essas alturas potencialmente defasado.

Que grande fabricante de carros vai querer gastar dezenas, senão centenas de milhões de dólares desenvolvendo esse modelo de motor hibrido potencialmente ultrapassado e que ainda pode te fazer passar vergonha ante à rivais muito mais experientes, que já exploraram quase todas as brechas possíveis e já corrigiram todos os defeitos e pontos fracos ao longo dos últimos 7 anos?

Como conciliar a necessidade de ter um sistema de força moderno, que acompanhe o desenvolvimento do mundo, que desperte o interesse de fábricas, mas ao mesmo tempo seja mais barato para se fabricado, operado e comprado pelas equipes?

Eles precisam ser mais próximos do que é viável no mundo real, atraindo de volta de forma competitiva fornecedores menores, como vimos em 1991 e que ainda emita um som atraente para o público, que preferia mesmo a volta dos velhos e beberrões V8/V10/V12 mas que sabemos que ninguém mais vai fabricar.

A FIA a Formula One Managent e as dez equipes atuais tem que descascar juntos esse abacaxi e rápido, se não quiserem ver a categoria minguar nos próximos anos ante à evolução de outras categorias, como a Fórmula E, cuja nova “Geração 3” de carros que estreia em 2023 será bem mais rápida e leve que a atual, prometendo até rivalizar com os novos carros da Fórmula 1 de 2022 em alguns números de desempenho, segundo Lucas Di Grassi. É um grande desafio… O que você faria?

SEM SER AVISADO, STROLL QUASE ATROPELA FISCAIS NA PISTA

ANÁLISE “EQUIPE-POR-EQUIPE” DO GP DA EMILIA ROMANA (íMOLA)

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FÓRMULA 1 NO LIMITE DA ADERÊNCIA

TODOS OS 11 CARROS DE F1 DE AYRTON SENNA “PELADOS”


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Sem ser avisado, Stroll quase atropela fiscais de pista

Depois de se envolver num toque que lhe quebrou a asa na primeira volta e depois num pit-stop desastrado em que derrubou seu próprio mecânico no box, Lance Stroll, que já vinha em uma corrida para esquecer (em Portugal, cansado de andar atrás, pediu para abandonar e o fez), dessa vez quase atropelou fiscais de pista que limpavam os restos da Williams de Russell que bateu sozinho.

Só que dessa vez a culpa não foi, em sua maior parte, do canadense. Ele e outros pilotos como Kimi, Vettel, Grosjean e Giovinazzi foram liberados para ultrapassar o Safety-Car para descontar a volta de desvantagem que tinham para os líderes, só que a FIA os liberou quando a equipe de serviços ainda estava na pista com vassouras na mão, o que é um grande risco.

ANÁLISE “EQUIPE-POR-EQUIPE” DO GP DA EMILIA ROMANA (IMOLA)


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FÓRMULA 1 NO LIMITE DA ADERÊNCIA

TODOS OS 11 CARROS DE F1 DE AYRTON SENNA “PELADOS”

Entretanto, dos pilotos que descontaram essa volta, ele foi o único que não aliviou o pé quando passou por eles, mesmo sob duplas bandeiras amarelas no trecho e nos anteriores, como vemos no vídeo abaixo.

Ainda que não tenha recebido nenhuma mensagem da equipe (que possivelmente também não sabia dos fiscais) informando que ainda havia pessoas trabalhando na pista, ele os viu, ora!

O resultado é que ele teria sido apenas 1 segundo mais lento naquele trecho com gente na pista do que em ritmo normal de corrida, arriscando a vida dos fiscais. Os também surpreendidos Kimi, Grosjean e Vettel, por exemplo, reduziram a velocidade e ainda informaram do ocorrido pelo rádio, pedindo para que suas equipe alertassem a direção de prova.

Por mais que Stroll pudesse ter agido de forma mais responsável, o erro foi claramente da organização da corrida, que deveria, mais uma vez, rever seus protocolos de segurança para evitar expor fiscais e pilotos a mais momentos de risco desnecessários como esse.

Veja o vídeo do momento de Stroll cruzando com os fiscais de pista de Ímola:

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Análise “equipe por equipe” do GP de Ímola

Sim, vou char de GP de Ímola, afinal é um GP e é em Ímola. A largada dessa corrida foi relativamente tranquila e a zona de DRS não teve tanto peso como em outras pistas, em parte porque era mais difícil para os carros saírem colados desde a curva que antecedia a “reta curva”. Vamos ver agora como foi a corrida para cada uma das 10 equipes:

MERCEDES: Bottas largou bem, segurou seu lugar e fez bem seu trabalho até parar e ver Hamilton continuar na pista com bom ritmo e ainda contar com um safety-car virtual (para recolher o carro de Ocon) para voltar na ponta e levar mais uma, mesmo com outro safety-car depois, já que os dois pilotos também pararam em seguida.

RED BULL: Na largada a sorte foi invertida: Verstappen ganhou uma posição, a de Hamilton, Albon perdeu uma, a de Leclerc. Com Bottas levemente mais lento por problemas no assoalho Max deu o bote num erro do finlandês e assumiu o segundo lugar, mas uma quebra na suspensão o tirou da corrida. Albon… Conforme era passado na relargada, rodou sozinho e caiu para último, zerando a equipe em pontos.

RENAULT: Ricciardo fez uma boa largada e pulou para quarto e por lá ficou até sua primeira parada, onde levou a pior comparado com quem ficou mais tempo na pista. Ocon fazia sua corridinha, sem nada de mais, mas teve problemas no câmbio e teve que abandonar. Com o abandono de Vertappen, deu Ricciardo no pódio de novo!

ALPHA TAURI: Gasly largou bem mas levou uma fechada de Hamilton e estava em quinto até ter que abandonar por problemas de motor. Uma lástima, pois as chances da equipe fazer bons pontos com os dois carros e enconstar na Ferrari na tabela de pontos era bem real. Com isso Kvyat ficou com a incumbência de levar a bandeira da equipe aos pontos e o fez com grande categoria, chegando num ótimo quarto lugar!

FERRARI: Leclerc largou bem e deu o bote em Albon e por lá ficou por um bom tempo, inclusive depois da primeira parada Depois foi se sustentando e chegou num nada mal quinto. Vettel foi para a estratégia de uma única parada e conseguiria um resultado bastante razoável, se não tivesse a equipe destruído seu pit-stop…

McLAREN: Com seus dois carros não mostrando um grande ritmo desde os treinos, ambos ao menos conseguiram terminar nos pontos e com isso estão encostados na Renault e na Racing Point na tabela de pontos.

RACING POINT: Stroll se envolveu num toque na primeira volta com Vettel e perdeu parte da asa dianteira, com isso teve que parar e despencou para último e nada fez na corrida. Perez largou bem e foi consistente e chegou encostado em Leclerc, mas não conseguiu passar, mostrando que nessa pista o carro não se adaptou tão bem, como se viu desde a classificação onde ficaram pelo Q2.

ALFA ROMEO: O grande companheiro de corrida de Kimi foi, para variar Vettel, com quem inclusive, dividiu a mesma estratégia de uma só parada. Giovinazzi largou melhor mas no fim chegou atrás do finlandês, que adiou sua parada ao máximo possível. Mais 3 pontos para a equipe.

WILLIAMS: Russell fazia uma corrida boa, considerando que seu carro é notoriamente (ainda) pior em ritmo de corrida do que em classificação, mas quando estava em posição de pontuar, ainda sob safety-car, acelerou, rodou e bateu sozinho. Uma lástima. Latifi ainda tentou pontuar dando uma pressão em Giovinazzi, mas não conseguiu.

HAAS: Magnussen foi tocado por Vettel na primeira volta e rodou, mas conseguiu voltar e lutou bastante contra um carro desequilibrado e desconfortável. Grosjean
quase não apareceu e chegou.

Abaixo, a tabela de resultados da corrida e as classificações atualizadas dos campeonatos de pilotos e construtores:

CLASSIFICAÇÃO DE PILOTOS F1 2020
1 L. Hamilton Mercedes 282
2 V. Bottas Mercedes 197
3 M. Verstappen Red Bull 162
4 D. Ricciardo Renault 95
5 C. Leclerc Ferrari 85
6 S. Perez Racing Point 82
7 L. Norris McLaren 69
8 C. Sainz McLaren 65
9 A. Albon Red Bull 64
10 P. Gasly AlphaTauri 63
11 L. Stroll Racing Point 57
12 E. Ocon Renault 40
13 D. Kvyat AlphaTauri 26
14 S. Vettel Ferrari 18
15 N. Hulkenberg Racing Point 10
16 A. Giovinazzi Alfa Romeo 4
17 K. Raikkonen Alfa Romeo 4
18 R. Grosjean Haas 2
19 K. Magnussen Haas 1
20 N. Latifi Williams 0
21 G. Russell Williams 0

CLASSIFICAÇÃO DE CONSTRUTORES F1 2020
1 Mercedes 479
2 Red Bull 226
3 Renault 135
4 Racing Point 134
5 McLaren 134
6 Ferrari 103
7 Alpha Tauri 89
8 Alfa Romeo 8
9 Haas 3
10 Williams 0

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Análise “quem ganhou, quem perdeu” na classificação de Ímola

E na classificação do GP da Emília Romana, vamos ver “quem ganhou, quem perdeu” nessa importante fase do curto fim de semana em San Marino, que não teve os dois treinos livres da sexta-feira:

QUEM GANHOU:

– Valtteri Bottas, em mais uma pole para surpreender Hamilton e liquidificando o recorde da pista de 2004 (1:19.753) com 1:13,609, mas esse ano eles não fazem mais a última curva “Variante Bassa”, o que certamente explica uma parte dessa grande diferença.
– Alpha Tauri, com seus dois carros no Q3 e mais uma vez com Gasly vistosamente à frente com um ótimo 4° lugar! Talvez um pouco beneficiado por andar 100Km na pista no começo do ano “para filmagens”, mas em ótima fase
– Leclerc, mostrando evolução da Ferrari, ao menos o carro sob sob sua pilotagem.
– Russell, de novo passando para o Q2 e de novo à frente de Vettel! Pena que, de novo, deve sofrer com a falta de ritmo de corrida de seu carro.
– Ricciardo com um grande quinto lugar, logo à frente de Albon, que também foi melhor dessa vez.


QUEM PERDEU:
– McLaren não foi muito bem, mesmo com seus dois carros passando para o Q3, ficaram longe dos que estava à sua frente
– Racing Point, com seus dois carros eliminados no Q2. Stroll por exceder os limites da pista
– Esteban Ocon, também ficando pelo caminho no Q2.
– Kimi Raikkonen, outro que deixou de passar de fase por ter a volta deletada, no caso ainda no Q1.
– Sebastian Vettel, batendo cartão no Q2 e lá ficando
– Giovinazzi, último a vaga menos ambicionada do grid.

Abaixo a tabela de tempos de hoje. Lembro que a corrida será domingo às 9:10h da manhã!


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Todos os 12 capacetes que já homenagearam Ayrton Senna

Rubens Barrichello, Lewis Hamilton, Eddie Irvine, Bruno Senna e agora Pierre Gasly. Esse foram apenas alguns dos pilotos mais famosos a homenagear publicamente Ayrton Senna com pinturas especiais em seus capacetes, alguns, mais de uma vez, outros com o tricampeão ainda vivo!

O irlandês Eddie Irvine, por exemplo, usava um capacete idêntico, apenas com o tom do amarelo puxando mais para o laranja, em 1989, quando ainda corria pela Fórmula 3 na Europa, 4 anos antes antes de levar uns sopapos do brasileiro e fazer as pazes no ano seguinte (mostrei isso AQUI).

Depois ele foi modificando, inclinando linhas e então mudando as cores, mas por muito tempo, inclusive nos seus anos de Jordan e Ferrari, manteve um layout de linhas semelhantes às do tricampeão, ainda que já nos tons laranja e verde de seu país.

Bruno Senna, seu sobrinho, usa até hoje uma combinação de desenho e cores que homenageia claramente o tio, ainda que com algumas curvas no meio do caminho, ao passo que Rubens Barrichello usou as cores do seu ídolo como “recheio” do desenho do seu próprio capacete, substituindo a parte laranja pelas do ex-piloto da McLaren, nos GP Brasil de 1995, o primeiro GP local sem Senna e novamente em 2011, que viria a ser o seu último GP Brasil.

Ainda tivemos algumas homenagens nas cabeças dos pilotos da Stock-car em 2011, com Átila Abreu usando as cores famosas e novamente em 2013, agora com a dupla Valdeno Brito e Popó Bueno, da mesma equipe e usando capacetes iguais. No mundo do Kart, tivemos a francesa Keira Adil fazendo sua carreira com as famosas cores em pelo menos até 2017.

Na Fórmula Indy, vimos Simon Pagenaud, da França, usar as cores do brasileiro nas tradicionais 500 Milhas de Indianápolis de 2014, num visual ainda mais evidente que o de seu conterrâneo Pierre Gasly está usando neste final de semana, pois o piloto da Alpha Tauri teve que conciliar as cores com o patrocinador, que exige grande espaço, mas ainda assim com um belo resultado.

Já o virtual heptacampeão Lewis Hamilton nunca escondeu que Ayrton é sua grande referência, usando desde o começo de carreira um capacete que lembrava o do tricampeão até nas cores, mas também fazendo pinturas comemorativas ainda mais especiais em 2011 (mesmo ano de Rubinho) e em 2019, conforme vocês pode conferir nas imagens abaixo. Clique nas imagens para ampliá-las!

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F1 no limite da aderência

Hoje a Fórmula 1 está com um problema: Os carros atuais geram muita pressão aerodinâmica e com isso os pneus, feitos sempre para operar no limite máximo da aderência estão sob muita pressão, metafórica e literalmente.

O grande problema é que a Pirelli, única fornecedora de pneus da categoria (a Michelin já disse que queria voltar para justamente para concorrer, mas aí a Pirelli só fica sozinha, senão vai embora), de olho no constante aumento da pressão aerodinâmica dos carros da Fórmula 1 conforme eles evoluem, havia planejado pneus novos, mais resistentes às forças laterais, para esse ano, só que as equipes não gostaram e ficaram com os de 2019.

Só que eles não seguram o aumento da pressão aerodinâmica dos carros atuais e com isso, para não começarem à estourar a fabricante elevou a pressão mínima obrigatória em todas as pistas, o que acaba também afetando o desgaste, mas não havia o que fazer.

Não havia mas haverá: Para 2021 estão previstos novos pneus, gostem as equipes ou não e ainda algumas pequenas modificações técnicas nos carros atuais, obrigatoriamente os mesmos que serão usados ano que vem, como diminuição do tamanho do assoalho (e a McLaren também já o testou, conforme mostrei AQUI). Com isso espera-se que esses pneus aguentem até a estreia do novo regulamento técnico de 2022.

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ANÁLISE: PORQUE VETTEL ESTÁ TÃO MAL?

Sob esse novo regulamento, os novos carros serão significativamente diferentes, com assoalhos mais “profundos” pela volta do efeito-solo, redesenho das laterais, novas asas dianteiras e traseiras e limitação máxima de entre-eixos. Além disso, teremos a estreia das aguardadas rodas aro 18 com pneus de perfil mais baixo (em teste também pela McLaren na imagem acima) no lugar dos atuais “gordinhos” calçados em aro 13.

Esta mudança em especial tem mais fins estéticos do que de desempenho, já que não fará os carros mais rápidos e também terá grande impacto técnico e aerodinâmico, visto que esses pneus, diferente do que vemos com clareza na foto abaixo, se deformam bem menos, são mais duros em sua construção e trazem à reboque cerca de 27 quilos a mais para os carros, graças às rodas maiores.

Com tudo isso, apesar de todo o avanço técnico inerente à categoria, deveremos ter uma Fórmula 1 cerca de 2 segundos mais lenta que a atual, sobretudo se o tal completo congelamento da evolução dos motores ocorrer, como já advogam algumas equipes. A ver. Clique nas imagens para ampliá-las!

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Todos os carros de Ayrton Senna “pelados”

Esse é um post de “pornografia automotiva! Abaixo fiz uma grande compilação dos 11 carros que Ayrton Senna pilotou ao longo de sua carreira na Fórmula 1, em raras imagens de alta definição.

Elas os mostram despidos de suas carenagens, revelando os complexos arranjos internos do carro, como a disposição dos motores, suspensões, sistemas elétricos, mecânicos, hidráulicos etc. Espero que gostem! Clique em cada uma das imagens para ampliá-las!

O álbum de imagens abaixo está com os carros todos já dispostos na ordem cronológica:

– Toleman-Hart TG184 – 1984
– Lotus-Renault 97T – 1985
– Lotus-Renault 98T – 1986
– Lotus-Honda 99T – 1987
– McLaren-Honda MP4/4 – 1988
– McLaren-Honda MP4/5 – 1989
– McLaren-Honda MP4/5B – 1990
– McLaren-Honda MP4/6 – 1991
– McLaren-Honda MP4/7 – 1992
– McLaren-Ford MP4/8 – 1993
– Williams-Renault FW16 – 1994

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