Kimi na Williams faz sentido?

Muito tem se falado nas últimas semanas sobre os possíveis pilotos que poderiam substituir Rubens Barrichello na Williams em 2012 caso a equipe não renove com ele. Falou-se se Hulkenberg, Grosjean, Petrov, Bruno Senna, Giedo van der Garde e Adrian Sutil.

Todos esses só teriam chances na equipe se levassem patrocinadores, o que a maioria deles dispõe, em diferentes volumes. Mas na semana passada Kimi Raikkonen foi visto visitando a sede da Williams em Grove e a própria equipe confirma isso, alimentando teorias de que o piloto poderia correr lá em 2012 ao lado de Maldonado, apesar do finlandês ter negado essa possibilidade.

Partindo do pressuposto de que realmente Barrichello seja forçosamente aposentado por Kimi, porquê será que ele interessaria a Williams e vice versa?

Kimi não tem patrocinadores e ainda tem um salário, por mais reduzido que seja, grande para os padrões de uma equipe que está sem dinheiro, mas como ex-campeão de 2007 Raikkonen pode atrair mídia para a equipe e consequentemente possíveis patrocinadores e isso interessa a Williams justamente no ano em que ela reviverá a outrora vencedora parceria com os motores Renault.

Para Kimi, a Williams também pode interessar, visto que as equipes grandes estão todas fechadas para o ano que vem e a Williams tem algum renome e passa por grandes mudanças técnicas, devendo ter em 2012 um carro bem melhor que o desse ano (até porque pior seria difícil), mesmo que ainda longe de lutar por pódios. Desse modo, mesmo não sendo numa equipe TOP, dentre as opções pode sim ser a melhor para ele para voltar à categoria que o consagrou, especialmente se pensarmos que não fará falta no Rally e Nascar, onde correu sem grandes resultados nesses últimos tempos.

Mas ficam as perguntas: Um piloto que foi dispensado pela Ferrari pelo seu pouco comprometimento com a equipe pois não gostava de testar nem de passar horas reunido com os técnicos em busca de melhorar o carro, que foi desclassificado do Mundial de Rally porque se recusou a correr na Austrália “por ser muito longe”, que é chegado numa vodka e que está sem correr de F1 há dois anos tem condições de oferecer na pista o que a Williams precisa justamente num ano de tantas mudanças na equipe? Teria Kimi “entrado nos eixos” e reencontrado a motivação perdida que a Williams precisará em um piloto que seria seu novo número 1?

Se Kimi realmente correr por lá no ano que vem, o tempo se encarregará de responder essas perguntas. Mas e vocês, o que acham dessa possibilidade?

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