Análise “quem ganhou, quem perdeu” da classificação do Bahrein

E na antepenúltima sessão de classificação da temporada 2020 da Fórmula 1, essas foram as equipes e pilotos que se destacaram, seja positivamente, seja negativamente. E você, o que achou?

QUEM GANHOU:
– Lewis Hamilton, pole número 98 do heptacampeão, que pode chegar a 100 esse ano.
– Sergio Perez numa boa quinta posição e com bom ritmo de corrida
– Verstappen, O melhor depois das Mercedes.
– Albon, apensar de consideráveis 0,6s mais lento que o holandês, sai logo atrás dele, o que seus chefes esperam.
– Renault, com boas posições, ainda que não brilhantes
– Alpha Tauri, com seus dois pilotos no Q3.
– Vettel ficou, ainda que marginalmente, à frente de Leclerc, pena que ficaram pelo Q2, como falo abaixo.
– George Russell, mais uma vez conseguindo se intrometer no Q2. Infelizmente em ritmo corrida a Williams não se sustenta.

QUEM PERDEU:

– Carlos Sainz, com problemas no início do Q2 e ficando com o eixo traseiro travado no fim da reta. Larga em 15° tendo que remar.
– McLaren, com Sainz largando atrás e Norris sem grande brilho e ainda um dos poucos a largar com pneus macios, que duram bem pouco.
– Ferrari, eliminado no Q2 por tentarem usar os pneus médios aos macios. Renault e Racing Point conseguiram passar para a fase final com essa mesma aposta.
– Lance Stroll, eliminado no Q2, muito provavelmente por não ter trocado de pneus
– Latifi, o piloto que mais se classificou em último nesse ano, repetindo a dose.
– Alfa Romeo, com nenhum dos seus pilotos conseguindo passar para o Q2, o que não é nenhuma surpresa, convenhamos.
– Haas, idem.

Abaixo, a tabela completa com os tempos das 3 sessões da classificação, sempre lembrando que no domingo esse jogo de forças pode mudar, seja porque algumas equipes rendem melhor em ritmo de corrida do que em classificação, seja porque batidas, rodadas, quebras e e safety-car entram no cardápio de possibilidades!

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O salários dos pilotos da Fórmula 1 em 2020

A revista Fórmula Money, como tradicionalmente vem fazendo todos os últimos anos, divulgou os números que acreditam ser dos salários dos pilotos da Fórmula 1 para toda a temporada de 2020 e alguns números chamam a atenção.

O primeiro é o de Lewis Hamilton, uma verdadeira fortuna, como era de se esperar, mas ainda assim impactante, lembrando que ele ainda negocia sua renovação com a Mercedes para as próximas temporadas.

O segundo da lista é Sebastian Vettel, que se não surpreende pelo valor elevado, afinal é um tetracampeão e teve seu contrato renovado no fim de 2017 quando estava em alta, nos faz pensar que a proporção dinheiro pago/ponto marcado não foi lá muito vantajosa para a equipe italiana esse ano, sobretudo se comparado à Charles Leclerc, que tem quase o triplo de pontos marcados recebendo cerca de 1/4 desse valor.

SOBRE A STOCK-CAR NA BAND e SPORTV

AS 4 CASAS DE AYRTON SENNA HOJE

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Aliás, o alemão deve receber bem menos na Aston Martin ano que vem, mas ainda muito bem, algo entre 15 e 20 milhões por ano segundo especulam, perto portanto, do que Daniel Ricciardo recebe da Renault e que deve continuar recebendo na McLaren no ano que vem e ao Max Verstappen já amealha na Red Bull, sem contar eventuais bônus por vitórias e pontos, provavelmente presentes nos contratos de todos os pilotos.

Outros nomes, que devem deixar a categoria no fim do ano, como a dupla Romain Grosjean e Kevin Magnussen perderão seus valiosos 2 milhões de euros por ano, muito provavelmente sendo substituídos por novatos mais baratos e possivelmente que ainda trarão apoios financeiros para a equipe Haas.

Por fim, o troféu lanterninha fica para o único italiano no grid, Antonio Giovinazzi, que com seus quinhentos mil/ano recebe 12 vezes menos que seu companheiro de Sauber, ops, Alfa Romeo, Kimi Raikkonen. Veja abaixo a tabela completa com todos os nomes e números:

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Sobre a Stock-Car na Band e Sportv

Rubens Barrichello, Felipe Massa (a grande novidade do ano, à confirmar), Daniel Serra, Tiago Camilo, Nelsinho Piquet, Ricardo Maurício, Allam Khodair e os demais pilotos da Stock-Car estão de casa nova para 2021. Quer dizer, segunda casa, já que também continuam onde estão hoje.

A categoria anunciou que fechou contrato com a Band para transmitir suas corridas no canal aberto do grupo, enquanto Sportv, do grupo Globo, continua responsável pela transmissão nos canais por assinatura, além do canal de YouTube próprio, mostrando treinos livres.

Essa informação já havia sido adiantada pelo jornalista Flávio Ricco em sua coluna e agora foi oficializada.

É um movimento que tem tudo para beneficiar a categoria, que já tem uma cobertura muito boa e a terá ampliada para o sinal aberto em todas as corridas, perdendo, entretanto, as transmissões da “Corrida do Milhão” e da decisão do campeonato pela Globo, que só por ser a quem é, já traz uma grande audiência.

O ANO QUE SENNA ABRIU MÃO DO SEU FAMOSO BONÉ DO BANCO NACIONAL

MERCEDES NÃO VAI MAIS FORNENCER SOZINHA SAFETY/MEDICAL CAR DA F1?

A ideia que é que na soma de todas as transmissões da Band a exposição seja maior que apenas nesses dois eventos abertos da Globo, lembrando que quando isso acontece, normalmente é exigida uma corrida curta e a transmissão começa quase na hora da largada e termina pouco após a bandeirada, para não atrapalhar o “Esporte Espetacular”, tratamento que deve ser melhorado (espero) pela Band.

Será interessante acompanhar o que os dois canais trarão como diferenciais. O Sportv terá que se tornar mais interessante para não perder público, que hoje paga pelo seu canal, para a TV aberta que é de graça.

Já a Band terá que fazer algo criativo para atrair o público dissipado nos demais canais de TV aberta e seduzir o próprio público atual da Stock, já acostumado ao canal a cabo.

Claro que podemos esperar alguma flexibilidade por parte dos organizadores da categoria em termos de horários de corrida, para que se adequem melhor à grade da Band, ante aos compromissos já assumidos com outros programas/clientes que compram horários nos fins de semana.

AS 4 CASAS DE AYRTON SENNA HOJE

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Espero também, mas aí é apenas torcida minha, que possamos ter corridas especiais mais longas na Corrida do Milhão e na Corrida de Duplas, quem sabe com ambas durando 1 hora e meia, quase como nas corridas de Fórmula 1, justamente para adicionar ao público um novo formato além dos conhecidos e aprovados blocos de 30 ou 40 minutos que temos hoje em rodadas duplas ou simples.

Isso exigiria estratégias diferentes por parte das equipes e pilotos, que teriam que repensar o peso da classificação, resistência de seus equipamentos e melhor uso de pneus e combustível e até o risco de dividir uma freada antes da hora, trazendo variáveis diferentes para quem assiste as corridas. Tomara que aconteça! A ver.

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As 4 casas de Ayrton Senna hoje

Ayrton Senna sempre foi uma pessoa muito reservada no tocante a sua vida pessoal, mas era de domínio público que ele tinha algumas propriedades no Brasil e no mundo onde passava grande parte do seu tempo, quando não estava nas pistas, isso sem falar nas casas que ele morou com a família, em São Paulo.

Vamos ver como eram e como estão esses 4 lugares especiais em Portugal, Angra dos Reis, Tatuí e Mônaco, passados tantos anos que seu famoso antigo residente deixou de visitá-los.

A casa em Algarve, Portugal
Pertinho do autódromo de Estoril que recebia a etapa portuguesa da F1 daqueles tempos, Senna comprou essa bela quinta em 1991 onde desde 1992 teria passado a residir.

Em 2015 a casa foi colocada à venda, ocasião onde essas fotos foram divulgadas e não se sabe depois quem a comprou, apenas que hoje o imóvel não é mais da família Senna. Para saber mais sobre a casa e o belo entorno dela, veja essa matéria do site Cultuga clicando aqui.

A casa da ilha em Angra do Reis
Esse imóvel, ao que se sabe, continua sendo da família Senna, ainda que menos visitada. A casa foi comprada por Ayrton em 1991 de um dirigente do Bradesco (o mesmo que lhe apresentou Portugal) e era o local predileto dele quando estava no Brasil.

Lá, além da piscina e dos jet-skis, ele usava muito uma lancha, que veio com a casa, o “Joana 2”, um modelo Panther 33 da Intermarine de 1986 que ainda existe e navega de vez em quando no Guarujá, sua nova casa, agora sob a guarda de seu primo Fabio. Para saber mais sobre esse barco hoje, veja essa matéria da revista Náutica clicando aqui.

A fazenda em Tatuí:
Outro local de descanso de Senna e de sua família, a Fazenda Dois Lagos, em Tatuí era conhecida pelo seu kartodromo, onde Ayrton praticava um de seus esportes favoritos ao lado de amigos, do sobrinho Bruno e de garotos novatos que incentivada apoiando algumas competições.

Aliás, na inauguração da pista teve até show com Chitãozinho e Xororó! Hoje a fazenda continua na família e todos os “brinquedos” de Ayrton são mantidos impecavelmente, como karts, bugues, jet-ski e os diversos aeromodelos. Para saber mais sobre como está a fazenda, recomendo essa bela matéria da Quatro Rodas clicando aqui.

O apartamento em Mônaco.
Desse é o que menos se sabe e o que menos temos imagens. Pelo que pesquisei, era um apartamento relativamente pequeno e alugado, sem grandes luxos, mas prático e garantia as vantagens tributárias de configurá-lo como um residente do principado, ainda que numa região muito privilegiada, então já deve ter sido devolvido pela família Senna faz tempo, se não pelo próprio Ayrton quando preferiu passar mais tempo em Portugal a partir de 1992.

Por fim, quando estava em São Paulo, sua cidade natal, Ayrton não tinha uma casa só sua e normalmente ficava hospedado na residência de seus pais, que sempre tiveram suas raízes na zona norte da cidade, na região de Santana e Cantareira, até poucos meses antes da morte do piloto, quando se mudaram para um apartamento no bairro do Pacaembu. Clique nas imagens para ampliá-las!

OS SALÁRIOS DOS PILOTOS DA FÓRMULA 1 2020

SOBRE A STOCK-CAR NA BAND EM 2021

COMPRE SEU CARRO DE FÓRMULA 1


PORQUE HÁ MENOS ULTRAPASSAGENS “NATURAIS” NA F1?

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Compre seu carro de Fórmula 1

Já postei tempos atrás no blog outras matérias sobre carros históricos de Fórmula 1 à venda (veja AQUI) e agora no meio da crise mundial causada pela pandemia, resolvi ver como anda o mercado: assim como a vida, não está muito mal para os ricos.

Ainda assim achei para vender um belo Lotus 1981 de Nigel Mansell, segundo o anúncio, o primeiro carro da Lotus construído em fibra de carbono, além do alumínio e aço para dar maior rigidez.

Ele pode ser seu por um preço não revelado, então se gostou, entre em contato com o vendedor aqui que ele te conta.

Seguindo com a pesquisa, achei uma oportunidade bem interessante para quem tem uma garagem espaçosa e gosta de ter opções: um pacote vendendo quatro diferentes carros da história da equipe Virgin/Marussia.

Nesse kit há desde o modelo de 2010 guiado por Lucas Di Grassi, ao de 2013 que foi testado e seria guiado pelo outro brasileiro Luiz Razia, mas que pelo calote de um patrocinador acabou ficando com o finado Jules Bianchi. (mais detalhes aqui)

Por fim, um curioso par de motorhomes que foi usado pela equipe Ferrari na temporada de 2003 e que serviu à Barrichello e Schumacher também está disponível e eles vem com os caminhões da Iveco juntos! Saiba mais aqui!

Agora é só você escolher o que mais te agrada e abrir sua carteira sem se apertar com preocupações mundanas como a cotação do Euro, dólar e Libra nem com os módicos custos de impostos e frete internacional!

O ANO QUE SENNA ABRIU MÃO DO SEU FAMOS BONÉ DO BANCO NACIONAL

MERCEDES NÃO VAI MAIS FORNENCER SAFETY/MEDICAL CAR DA F1?

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O ano que Senna abriu mão de usar seu famoso boné

Todos se lembram de Ayrton Senna na maioria das vezes ou usando seu indefectível capacete amarelo com faixas azul e verde ou com seu boné azul do Banco Nacional, à venda até hoje, quando nem o banco existe mais, certo? Mas teve um ano que ele abriu mão desse poder de escolha sobre o segundo item.

Em 1987, seu último ano de contrato com a Lotus e primeiro com os motores Honda, Senna abriu mão dessa opção para que a equipe a cedesse à possíveis patrocinadores, o que ela fez com a marca de combustíveis francesa ELF.

O salário do piloto naquele ano, ainda sem a adição de benefícios por pontos conquistados (4 mil dólares por ponto) ou bônus, foi de 1,5 milhão de dólares. No apêndice 6 do contrato daquele ano, ainda a respeito do boné, aparece:

“Em consideração aos esforços da Lotus por recursos, a Ayrton Senna Promotions concorda que o piloto usará um boné que a equipe definir em áreas públicas dos circuitos, testes, eventos com a imprensa e entrevistas de televisão, substituindo o boné do Nacional que ele usou em 1986. Continua a obrigatoriedade pelo uso do boné da Goodyear nas cerimônias de pódio.”


Ainda assim, se você vasculhar bem o velho boné ainda apareceu algumas raras vezes, sobretudo em algumas entrevistas para a mídia brasileira e esse período de exceção foi apenas por esse ano, como sabemos, já que na McLaren no ano seguinte o nome e logo do banco brasileiro voltaram a aparecer até sua temporada final na Williams.

Aliás, se quiser ler mais detalhes do contrato original de Ayrton Senna de 1987 pela extinta equipe inglesa Lotus, ele está disponível na íntegra, em inglês, clicando aqui!

MERCEDES NÃO VAI MAIS FORNENCER SAFETY/MEDICAL CAR DA F1?

PORQUE HÁ MENOS ULTRAPASSAGENS “NATURAIS” NA F1?

NUMEROS DE HAMILTON = SENNA + PIQUET + FITTIPALDI + BARRICHELLO + MASSA + PACE?

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Mercedes não vai mais fornecer Safety/medical cars para a F1?

ATUALIZADO (NO FINAL) – Rumores circulam que a Mercedes Benz teria avisado a direção da Fórmula 1 que, pela primeira vez desde 1996, não fornecerá mais os Safety-Car e Medical Car da categoria a partir de 2021, segundo essa fonte afirma.

Vamos aguardar para ver se isso se essa informação se confirma, mas será interessante ver que marca com carros adequados para prestar esse serviço de apoio à categoria a Liberty Media conseguiria alinhar para o ano que vem.

Os atuais fornecedores de motores da categoria seriam as primeiras possibilidades, como Renault e Ferrari, mas Honda e a marca Alfa Romeo tem contrato para seguir na categoria por apenas mais 1 ano, só que como sabemos, a Aston Martin chegará à categoria e isso seria bom para a imagem dela!

Questionei a Daimler/Mercedes Benz para que ela se manifeste acerca da informação do fim dessa longeva parceria que já dura 24 anos e em ela o fazendo, atualizarei as informações aqui. A ver…

ATUALIZAÇÃO 12:51 – Aparentemente a Mercedes e Aston Martin (onde a marca alemã está aumentando para 20% sua participação acionária) deverão dividir essa função ao longo das 23 corridas previstas para o ano que vem. Ainda sigo no aguardo de uma manifestação oficial das partes.

PORQUE HÁ MENOS ULTRAPASSAGENS “NATURAIS” NA F1?

NUMEROS DE HAMILTON = SENNA + PIQUET + FITTIPALDI + BARRICHELLO + MASSA + PACE?

A JOGADA DE MESTRE DA TV GLOBO

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Porque há menos ultrapassagens naturais?

Veja a comparação desses carros de 2018, 2012, 2008, 1992 e 1976 acima. São todas réplicas com alto nível de detalhamento na mesma escala 1:43. Havia mais ultrapassagens naquelas épocas passadas?

Sua resposta deve ser sim, mas se analisarmos bem, talvez possamos ver que nem tantas assim como nossa memória afetiva costuma nos fazer pensar, mas o ponto é que a Fórmula 1 não parece ter tomado muitas decisões para de fato melhorar essa questão.

Numa olhada já vemos que eles foram ficando maiores, tanto em largura como em comprimento, tornando-se mais seguros por um lado, mas também pesados e menos ágeis e reconquistaram pneus largos, que os permitem frear mais em cima da curva, dificultando que um rival emparelhe lado a lado sob risco de passar reto, já que as margens para erro também ficaram mais curtas.

Esses grandes pneus também permite que os carros façam as curvas numa velocidade maior, onde a influência aerodinâmica ganha mais importância e com isso volto a bater na velha tecla: Hoje os carro tem muita pressão aerodinâmica.

A consequência é que a perda desse apoio para os carros que vem atrás é ainda maior, tornando a missão de seguir o rival à frente quase impossível, pois o ar revolto os desestabilizam nas curvas e quando chegam na reta, o carro da frente já abriu, mas aí inventaram uma “solução mágica”!

Há 10 anos, inventaram a asa móvel/DRS, uma aberração artificial até bem intencionada mas que não resolve o problema real, apenas o mascara e proporciona uma disputa desproporcional onde o carro à frente muitas vezes se torna um alvo fácil se a zona de acionamento é longa o bastante.

Para 2022, como vemos na comparação de imagens abaixo, os carros serão bem diferentes com a volta do efeito solo, rodas aro 18 e, em tese, a simplificação da hoje super complexa aerodinâmica, acabando com esse monte de asinhas, aletas, fendas e spoilers na região do assoalho e em torno do cockpit, que tanto bagunçam o ar do carro que vem atrás.

Mas ainda assim seguirão sendo pesados e bem grandes: só 5cm mais estreitos e com entre-eixos limitado à um máximo de 3.600 cm, algo que se aplicado aos carros atuais da Mercedes, por exemplo, o fariam apenas cerca de 10 cm mais curtos. Será que esse novo regulamento fará a Fórmula 1 ter mais ultrapassagens “naturais”? Os engenheiros da FIA por trás das novas regras garantem que sim, mas e você, o que acha?

NUMEROS DE HAMILTON = SENNA + PIQUET + FITTIPALDI + BARRICHELLO + MASSA + PACE?

A JOGADA DE MESTRE DA TV GLOBO

OS 24 CARROS VOADORES (LITERALMENTE) DA F1

NELSON PIQUET E SUAS DUAS 500 MILHAS DE INDIANAPOLIS

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