Veja os enormes pneus 2017 da Fórmula 1

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A Pirelli apresentou em Mônaco os novos pneus mais largos que serão usados pela Fórmula 1 a partir de 2017. Esses da foto acima são os dianteiros, o atual à esquerda e o novo à direita. Abaixo a vista do carro calçado com os novos pneus traseiros. Eu gostei e você?
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A estranha asa da Williams

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A equipe Williams testou hoje cedo no primeiro dos dois dias de testes coletivos da Fórmula 1 em Barcelona uma nova asa traseira com mais elementos aerodinâmicos em uma nova sessão superior, além de uma asa dianteira adaptada com sensores de medição.

Não, eles não usarão essa asa no restante da temporada, já que ela tem dimensões claramente fora do regulamento atual. Trata-se de um teste já visando a temporada de 2017, quando os carros serão completamente redesenhados e ganharão, além de novas dimensões gerais, bem mais pressão aerodinâmica com asas mais largas, mas o que aprenderão hoje também pode ser úteis para entender melhor o carro do campeonato desse ano, uma vez que eles saberão mais variáveis do comportamento do chassis com uma carga aerodinâmica diferente.

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No ano que vem as asas também não terão essa forma, mas essa foi uma solução provisória encontrada pela equipe inglesa para simular com o carro atual um ganho aerodinâmico ao menos parecido com o que esperam para o ano que vem. A equipe Sauber é a única a não participar dos testes, por falta de condições financeiras…

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Manor aperta a Sauber

ManorSauberNa batalha do fim do grid, a Manor começa a parecer cada vez mais forte para vencer a disputa para não ser última colocada na tabela de construtores contra a financeiramente combalida Sauber.

Enquanto a equipe suíça abertamente disse que não terá novidades na volta da categoria ao continente europeu e sequer vai participar da valiosa sessão coletiva de testes nos dois dias seguintes ao GP, para tristeza de Felipe Nasr e Marcus Ericsson, a pequena equipe de Pascal Wehrlein e Rio Haryanto afiará seus dentes, conforme seu diretor técnico Dave Ryan: “Como é o caso pelo pit-lane abaixo, nós temos alguns novos desenvolvimentos que vamos começar a introduzir aqui nesse fim de semana. Um novo desenho do carro, assoalho, novas asas dianteiras e traseiras junto com algumas peças menos visíveis”.

Várias equipes virão com novidades em seus carros e motores nesse fim de semana, justamente na pista que melhor conhecem por ser o palco dos testes de inverno no começo do ano.

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Classificação do GP da Rússia

rosbE na classificação do GP da Rússia, tivemos algumas situações interessantes e problemas para alguns pilotos que pode ter peso até na disputa pelo título. Vamos agora ver “quem ganhou, quem perdeu” nessa importante fase do fim de semana:

QUEM GANHOU:

  • Nico Rosberg, que parecia enfrentar um aguerrido Hamilton, mas agora o vê longe da disputa pela ponta com problemas de motor…
  • Valtteri Bottas, que se classificou em terceiro, quase meio segundo à frente de Massa e ainda vai herdar a posição de Vettel, punido pela troca de câmbio ontem.
  • Williams, que parece ter condições de respirar um pouco em relação à Red Bull graças aos trechos com longas acelerações da pista russa.
  • Perez, passando para o Q3 (Hulk não) depois de um começo de ano um pouco decepcionante para a equipe – e por culpa dela, que não fez uma grande carro, aparentemente.
  • Vertappen, passando para o Q3 (Sainz não).
  • Felipe Nasr, visivelmente mais competitivo depois que a Sauber trocou o chassis do seu carro, ainda que só disputando as últimas posições.

QUEM PERDEU:

  • Lewis Hamilton, vendo mais uma chance grande de seu companheiro abrir, novamente, vantagem na pontuação. Amanhã terá que largar bem, passar muita gente e não se meter em enroscos.
  • McLaren, ainda sem conseguir passar para o Q3.
  • Sebastian Vettel, que perderá 5 posições por ter que trocar o câmbio após problemas no segundo treino livre de sexta.
  • Felipe Massa, um pouco mais distante de Bottas no cronômetro do que gostaria. Vamos ver se na corrida larga bem e inverte.
  • Hulkenberg, meio segundo atrás de Perez no Q2.
  • Renault, com seus dois carros ainda não passando sequer para o Q2
  • Ericsson, o último, atrás até das duas Manor.

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Vai ser em vídeo

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Pessoal, como vocês sabem o BLOG está com postagens mais esporádicas ultimamente pois o trabalho tem exigido mais de mim ultimamente, de forma que vou priorizar sim os vídeos daqui pra frente – sempre que possível vou escrever também.

“Ah, mas no meu trabalho pega mau eu ficar vendo vídeo”, me dirão alguns. Sim, mas existe a opção de você minimizar a tela e só ouvir o áudio com seus lindos fones de ouvido, como num Podcast. Então em breve postarei a minha análise equipe-por-equipe do GP do Bahrein e falarei sobre a crise financeira da Sauber, o novo bico da Williams e o formato de qualificação que não deu certo entre outras coisas, até já!

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Análise equipe-por-equipe do GP da Austrália

f1Tivemos um Grande Prêmio da Austrália até que bastante movimentado nesse final de semana, com ultrapassagens na pista e estratégias diferentes de uso de pneus e ainda um grave acidente com interrupção de corrida para embaralhar as coisas! Agora vamos à nossa tradicional “Análise equipe-por-equipe” da corrida:

MERCEDES: Tanto Hamilton como Rosberg largaram mal, mas o inglês foi pior nesse quesito e depois de escalar Felipe Massa não conseguiu passar Verstappen. Rosberg conseguiu assumir a liderança com a troca pelos pneus médios na interrupção da corrida, frustrando os planos de Hamilton e sobretudo de Vettel. Com isso o alemão ganha uma bem vinda injeção de ânimo para começar seu ano, mas será suficiente para deter Hamilton, que se mostrou mais rápido na maior parte do fim de semena?

FERRARI: A equipe italiana tinha a faca e o queijo na mão, usando uma frase cliché, mas deixou a peteca cair, usando outra, quando manteve Vettel com pneus supermacios na interrupção da corrida, obrigando o alemão a parar de novo e aí, quando alcançou Hamilton do alto de seus pneus macios, também já os tinha desgastado e não teve como passá-lo. Raikkonen fazia uma bela corrida mas um preocupante problema no motor o obrigou a abandonar e com isso valiosos pontos se foram.

RED BULL: Parece que apesar de não ter um motor dos mais possantes, mas já não tão fraco e frágil como no ano passado o carro deles é realmente bom o suficiente para preocupar de verdade a Williams, sobretudo porque costuraram uma estratégia interessante que valeu ao Ricciardo a ultrapassagem em cima de Massa. Kvyat teve um fim de semana para esquecer, pois depois de uma classificação ruim nem largou…

WILLIAMS: Parece que em ritmo de corrida e mesmo classificação a equipe inglesa senão ficou parada em relação à 2015, ao menos avançou menos que algumas de suas concorrentes diretas, como Red Bull e Toro Rosso. Se o que vimos nessa corrida se repetir nas próximas, o terceiro lugar na tabela de construtores e a presença em pódios ao longo do ano está sim ameaçada, mas antes quer todos fiquem preocupados eles deverão reagir e Massa estreará um novo bico que deve dar-lhes 3 décimos de ganho. Além disso o pit-stop deles parece ter entrado nos eixo em relação ao últimos anos e foi dos mais rápidos da corrida, ainda acertando na estratégia, outro ponto fraco até o ano passado. Agora tem que manter a boa impressão, até para compensar essa maior competitividade das equipes rivais.

HAAS: O sexto lugar de Romain Grosjean foi uma estréia muito positiva para a equipe americana, garantindo de cara 8 pontos, mais do que todas as equipes novatas Marussia/Virgin/Manor, Lotus/Caterham e Hispânia/HRT conseguiram somadas em todos os seus anos de existência desde 2010. Isso mostra a seriedade do projeto e acerto na escolha de parceiros técnicos, pilotos e equipe de engenheiros e estrategistas. O francês guiou muito bem, segurando Hulkenberg e sua Force Índia por todo o trecho final da corrida e Gutierrez também fazia um bom trabalho até ser acertado por Alonso, naquele que seria o acidenta mais forte do final de semana.

FORCE ÍNDIA: Nos testes de pré temporada foi passada a (sempre pouco confíavel, como alertei) impressão que eles estariam lá na frente com a Williams e isso se confirmou em parte. Se pensarmos bem Hulkenberg manteve Bottas o tempo todo atrás de si, ainda que Massa lhes tenha escapado. Entretanto era de se esperar que o carro indiano conseguisse, por exemplo, suplantar a novata Haas, o que não ocorreu, ao passo que Perez sequer pontuou, também em parte graças à certa imprevisibilidade da corrida com o acidente. Fiquemos de olho, ainda é muito cedo pra termos certeza de qualquer coisa – e isso vale para as outras equipes e pilotos.

TORO ROSSO: Só para dar uma dimensão de como eles começaram o ano com um pacote competitivo, Hamilton não conseguiu passar Verstappen na pista, calçados em pneus iguais. Infelizmente com as mudanças de conjuntura da corrida que não souberam ser bem aproveitadas pela equipe, jogando seus pilotos para baixo do pelotão. Nesse sentido, aliás, o holandês era o mais possesso, dando piti no rádio por estar atrás de seu companheiro quando era mais rápido. Então pergunto: se era mais rápido, porque não passou? Está muito reclamão esse menino Max.

RENAULT: Já sabíamos que esse não seria um ano fácil para os franceses e isso se confirmou, com ambos os seus pilotos ficando fora da zona de pontos, ainda que não tão longe dela. O importante nesse caso é que os carros não se provaram carroças (embora na comparação com a Red Bull, que usa o mesmo motor, evidencia a limitação do chassis) e chegaram ao final da corrida, mostrando bem vinda resistência.

McLAREN: A equipe mostrou um ritmo bem melhor do que o visto no ano passado. Com o acidente de Alonso, coube a Button chegar até o final, mas justamente o acidente de seu companheiro o jogou lá pra trás pois já estava comprometido com uma estratégia que não permitiu grande avanço. Será que sem os reboliços e com Alonso na pista teriam chegado melhor? Saberemos no Bahrein.

SAUBER: Esse promete ser um ano difícil para os suíços… Ericsson e Nasr não tinham ritmo para acompanhar seus rivais mais próximos, sendo suplantados ao longo da corrida até o fim. O brasileiro ficou praticamente o fim de semana inteiro atrás do sueco, o que não é muito positivo para quem estará sem vaga no fim do ano – mas ainda há 20 etapas para reverter isso, então muita calma. Repito o que disse nos testes: sem dinheiro, perdendo o recém-contratado diretor técnico e com os rivais começando muito bem preparados, pontuar esse ano será bem mais difícil que em 2015.

MANOR: Apesar dos potentes motores Mercedes e nova chefia técnica estrelada a equipe continua no fim do pelotão, mas dessa vez sem passar vergonha por se arrastarem numa segunda divisão da categoria. Vamos ver se Pat Fry, Dave Ryan, Nikolas Tombazis e companhia bela conseguem algum dinheiro para melhorar o carro. A Sauber espera que não!

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Análise da classificação do GP da Austrália

Uma breve análise da classificação do GP da Austrália de Fórmula 1, abordando as primeiras impressões do quadro geral de competitividade entre as equipes e do novo formato da classificação. Assistam, opinem e divulgue! Ah, a camisa vermelha é só uma camisa vermelha, não me metam em disputas políticas!

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As reais cores da Renault

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A equipe Renault divulgou hoje as cores definitivas de seus carros para a temporada 2016 da Fórmula 1. Volta o amarelo forte (na verdade mais um tom de mostarda Dijon) com algumas partes pretas. Eles também vão estrear no GP da Austrália, nesse fim de semana, uma nova versão de motor mais potente, o que é boa notícia. Eu achei bonito o novo visual e você?

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