As novas asas da Williams – Parte 1

No Canadá, uma pista com uma longuíssima reta, seguida por outra e algumas curvas de média velocidade, ha uma menor necessidade de pressão aerodinâmica, assim algumas equipes se prepararamlevaram novas configurações de asas para ganhar valiosos centésimos. Uma dessas equipes foi a Williams, que testou com (mas não utilizou) uma nova asa traseira com um desenho central bastante peculiar, como vemos abaixo.

Esse modelo de asa com a asa principal de área reduzida nas extremidades e menos filetes de dispersão de ar nas laterais acabou não sendo utilizado na classificação e corrida, talvez porque podem ter preferido usar a asa tradicional antevendo a forte possibilidade de chuva, onde a aderência dos pneus piora muito e a maior pressão aerodinâmica (downforce) é bem vinda apesar da consequente menor velocidade nas retas.

Apesar de não ter sido usada em corrida, isso não quer dizer que não venha a ser no futuro, em pistas rápidas como Spa-Francorchamps e Monza, por exemplo.

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