Sauber pode trocar Ferrari por Renault

saubA equipe Sauber por onde corre o brasileiro Felipe Nasr estaria considerando a possibilidade de trocar os motores da Ferrari, parceria de longa data, para os da Renault a partir de 2016.

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Segundo o conceituado e bem informado jornalista suíço Roger Benoit do jornal Blick, a equipe estaria considerando essa hipótese por temer que sua parceria com a Ferrari seja enfraquecida com a chegada da equipe americana Haas no ano que vem, equipe que assumiria a condição parceira preferencial e segunda da lista dos italianos, posição atualmente ocupada pela Sauber que seria então passaria a ser terceira, o que acarretaria uma espera maior pelas versões de motores mais novas e ainda a possibilidade dos pilotos da academia de jovens talentos dos italianos não mais correrem por lá como reservas ou titulares (e aí o dinheiro por isso também não fluiria), como já ocorreu com Felipe Massa, Esteban Gutierrez e ocorreria esse ano com Jules Bianchi, se não tivesse se acidentado.

Com esse cenário em tela e ainda o possível divórcio da Renault com a Red Bull e/ou Toro Rosso, a equipe suíça avalia aliar-se aos franceses – que também poderiam comprar a Lotus – em condições mais interessantes de parceria técnica e quem sabe até nos preços dos motores – mas é claro que isso ainda é apenas uma possibilidade, mas será interessante ver como essa e outras negociações entre equipes e fabricantes vão se encaminhar nos próximos meses.

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Balanço de meio de ano – TORO ROSSO

A Toro Rosso sempre foi a irmão mais pobre da Red Bull, tendo a função de estrear novos talentos, dar-lhes experiência e repassá-los à matriz, quando não eram dispensados e substituídos por outros jovens com potencial. Mas em 2015 essa escrita mudou – ao menos em parte.

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Isso porque a Renault, fornecedora de motores das duas equipes, escorregou feio no projeto dos propulsores desse ano, sobretudo nas primeiras etapas onde além de serem fracos quebravam muito, cenário adverso que a equipe italiana liderada por Franz Tost acabou trabalhando melhor que a turma de Christian Horner, pois o STR10 era melhor nascido que o RB11 por ser um projeto mais equilibrado e que submetia o conjunto motriz à condições menos extremas de funcionamento.

toro2O resultado foram algumas corridas onde os inegavelmente talentosos Carlos Sainz Jr. e Max Verstappen, apesar da inexperiência (o que não lhes custaram um grande número de erros) superaram na classificação e/ou na corrida os mais credenciados Daniel Ricciardo e Daniil Kvyat, mas ainda assim a confiabilidade continua a atormentá-los: das 18 bandeiradas que podiam ter levado esse ano (9 corridas com dois carros), eles só viram 10 por quebras de motor, o que é uma pena, pois o carro em si realmente é muito bom, com as velocidades de contorno de curvas de alta muito similares aos das equipes mais fortes como Mercedes e Ferrari.

Para a segunda metade do ano eles tinham expectativas de, quem sabe, serem comprados pela Renault e se tornarem equipe de fábrica dos franceses, mas esse prognóstico parece ter esfriado bastante com a Lotus voltando a ser a favorita para ser comprada, com isso a ex-equipe Minardi se concentra em extrair o máximos de seu chassis e torcer para que os motores fiquem mais fortes e confiáveis para que possam tentar ultrapassar a Lotus e a Force Índia, que ainda estão bem próximas na tabela de pontos.

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Balanço de meio de ano – SAUBER

SAUBA equipe suíça de Peter Sauber e Monisha Kaltenborn começou a temporada envolta em uma vergonhosa disputa judicial em terras australianas com o piloto holandês Giedo van der Garde, que tinha contrato para essa temporada e que foi quebrado pela equipe (situação semelhante a de Adrian Sutil, que ainda processa a equipe).

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Depois de com muito custo -literalmente – superar essa pendenga, a equipe teve um começo de ano positivo, marcando bons pontos logo na primeira etapa e depois mais alguns na terceira, só que esses bons resultados se valeram de alguns fatores que logo mudariam: O carro nasceu confiável, com um bom motor e a concorrência enfrentava problemas sérios de confiabilidade.

saub1Só que o tempo passou e pela falta de recursos carro não foi desenvolvido, sendo alcançado e ultrapassado pelas rivais com mais recursos, que também deixaram de enfrentar tantos problemas em seus motores, invertendo a balança e assim Marcus Ericsson e Felipe Nasr foram deixando de frequentar a zona de pontos, cada vez mais loteada entre as equipes com carros melhores e também passaram a não chegar mais ao Q3 e depois sequer ao Q2 nas classificações.

Assim a equipe chega ao segundo semestre sem grandes esperanças de mudar esse cenário, já que o principal gargalo, a falta de dinheiro, continua inalterado. Mas nem tudo é sombrio para o futuro a curto prazo: a equipe contratou um novo diretor técnico, Mark Smith, que promete reavaliar as opções para desenvolver o carro (e já pensar no próximo). Além disso o C34 passará a contar com uma versão mais potente dos motores Ferrari e ainda deve receber um pacote de atualizações aerodinâmicas e com isso deverá recuperar ao menos parte do terreno perdido para as rivais e marcar mais alguns pontinhos circunstanciais até o fim do ano.

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Como pode ser a Fórmula 1 de 2017

f1 futO famoso engenheiro italiano Giorgio Piola fez essa bela animação de como podem parecer os carros da Fórmula 1 a partir de 2017 tendo como base as modificações mais prováveis dentre as propostas até agora pelas próprias equipes, pilotos, FOM e a FIA. Parece bastante interessante! Confira no vídeo abaixo:

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Balanço de meio de ano: McLAREN

Alo1O ano de 2015 da McLaren tem sido, de longe, o pior de sua história. Ela começou a temporada com os pés no chão esperando problemas de confiabilidade e desempenho por causa do motor novo da Honda, lançado após um período insuficiente de pesquisas e testes.

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Só que jamais esperavam um primeiro semestre tão catastrófico, horrível e vergonhoso com tantos abandonos em treinos e corridas por sucessivas quebras e ainda tomando uma lavada das rivais no cronômetro, mérito de um motor configurado de forma conservadora para evitar mais quebras ainda.

mc2Fernando Alonso e Jenson Button, entretanto, mantiveram oi discurso otimista a cada bordoada que levaram do motor, sempre esperando por uma reação que não vinha e reiterando ao menos nas declarações o comprometimento com o futuro da equipe e sua parceira, sobretudo o espanhol que tem contrato até 2017 – Button ainda não é certeza, embora deveria ser.

O carro em si tem soluções técnicas interessantes, como a traseira ultra compacta projetada pelo ex-braço direito de Adrian Newey, Peter Prodromou, que lidera o setor de aerodinâmica da equipe, mas com um motor 120 cavalos mais fraco que os Mercedes, por exemplo, fica difícil mensurar o potencial do carro, já que ele nunca está em pé de igualdade com os carros que usam Ferrari, Mercedes e até Renault.

Agora no GP da Hungria a equipe teve um grande resultado, com Alonso chegando em 5º e Button em 9º, mas convenhamos, o mérito maior da equipe foi se aproveitar dos erros e problemas da concorrência pois fico com a impressão que se tantos carros mais rápidos como Massa, Bottas, Hulk, Kimi, Perez e Sainz não tivessem enfrentado quebras e/ou azares, seriam grandes as chances da equipe zerar novamente.

Ao menos vimos que a durabilidade do carro melhorou e a área de planejamento das estratégias de pit-stops está afiada, entretanto ainda não sinto confiança para dizer que o motor Honda melhorou a ponto de garantir um segundo semestre melhor a ponto, por exemplo, de pontuar com mais frequência (sobretudo em pistas de alta como Spa e Monza) e assim recolocar a equipe em sua posição de grande potência e assim arregimentar um novo patrocinador principal, algo que eles não tem desde o fim de 2013.

O desafio para a segunda metade continua, portanto, o mesmo da primeira: entender e aperfeiçoar o carro e sobretudo o motor de forma a não ter mais quebras (com suas consequentes punições no grid), possibilitando uma evolução real e a coleta de mais dados úteis para formar uma base confiável para alicerçar o projeto de 2016, que a essas alturas já caminha em paralelo com o desenvolvimento do carro atual.

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McLaren pode ganhar até 45 cavalos em Spa

mclA Honda prepara uma atualização para os seus motores na etapa de Spa-Francorchamps, Bélgica, daqui 3 semanas, que promete lhe dar entre 45 e 50 cavalos a mais de potência do que a configuração usada até agora.

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Segundo o jornal espanhol Marca (que nem sempre acerta suas previsões, entretanto), os japoneses usariam os créditos – tokens – restantes de desenvolvimento para essa última atualização, que renderia um bem vindo aumento de potência. Só que esse ganho ainda não colocaria a motorização da McLaren num grau de competitividade dos mais altos, pois segundo as palavras do próprio chefe da McLaren, Eric Boullier, ospropulsores japoneses tem 120 cavalos a menos que os Mercedes, número que cairia para ainda consideráveis 75 se todas essas modificações derem certo.

De toda forma seria uma evolução muito bem vinda, sobretudo se as reiteradas quebras vistas nas etapas anteriores não voltarem a atormentar Alonso e Button. Leia também meu “balanço de meio de ano” da equipe McLaren, que postei hoje clicando AQUI!

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Balanço de meio de ano: MANOR

man1A Manor conseguiu alinhar para esse campeonato graças ao 9º lugar do falecido Jules Bianchi no GP de Mônaco do ano passado, que lhe valeu o 9º lugar na tabela de construtores à frente de Caterham e Sauber e assim uma verba maior na distribuição de lucros no final do ano, mas as condições em que se apresentaram foram e continuam tristes.

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O carro que usam hoje é o de 2014 com algumas adaptações (como no bico) para as regras atuais. O motor Ferrari, cuja programação nem a fábrica tinha mais e demoraram a descobrir, também é de 2014, dezenas de cavalos mais fraco que os usados pela Sauber, por exemplo. Os pilotos foram escolhidos sobretudo com base no contra-cheque, para reforçar o caixa da equipe.

Havia a promessa de estrearem um carro novo no meio da temporada, mas essa possibilidade foi derrubada quando perceberam que mesmo com o carro antigo eles conseguiam se classificar dentro dos 107% da pole exigidos no Q1, não sofrendo risco de degola e assim estão dedicando seu tempo e exíguos recursos no carro de 2016, correndo essa temporada com a missão de sobreviver financeiramente para uma esperada melhora real no ano que vem.

O desempenho de seus pilotos Will Stevens e Roberto Merhi é consequência de sua inexperiência (ambos são praticamente estreantes) e sobretudo das enormes limitações de seus equipamentos, de modo que nas corridas suas funções acabam sendo a de sair da frente dos outros e atrapalhar o menos possível, dificultando qualquer avaliação mais crítica de suas atuações – e dirigir um carro ruim sempre é mais difícil – mas para termos como base, lembremos que ambos venceram corridas da temporada 2014 da Renault World Series 3.5 na qual Carlos Sainz Jr. foi campeão.

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A nova asa da Williams

asaA Williams estreou no GP da Hungria uma nova asa dianteira, claramente baseada no modelo usado pela Mercedes alguns GP´s atrás.

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A peça tem como novidade uma duto de ar formado pelas 7 lâminas da asa, que melhoraria o fluxo e a pressão do ar na região à frente dos pneus. O elemento lateral da asa também foi redesenhado.

Como apenas uma peça ficou pronta a tempo, coube a Valtteri Bottas usá-la, já que ele está na frente na tabela de pontos. Ele gostou do comportamento do carro com a atualização, embora a pista húngara não favorecer as características do FW37.

Para a aguardada etapa da Bélgica, daqui 4 longas semanas, Felipe Massa também deverá receber a novidade, entre outras que também deverão se somar a essa. Clique na imagem para ampliá-la!

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